Se a rodada da série B começou com bons jogos e surpresas, seu fechamento foi cheio de polêmica, sem deixar de ter bom jogo também. Comecemos pelo jogaço de líder contra vice-líder.
Aliás, jogaço só no nome. Um primeiro tempo de muita correria e pouquíssima qualidade fez com que os goleiros pouco fizessem. O jogo não era ruim, até agradável, porém fraco na parte técnica. É série B porra! O Guarani era mais perigoso apesar da maior posse de bola vascaína.
No segundo tempo o Guarani veio na sabedoria. Precisou de oito minutos para a sabedoria dar resultado. Claro, sabedoria só atrapalha: gol foi vascaíno. Um gol estranho, de bico, verdade, mas gol. Em jogo assim o que vale é balançar a rede.
Logo em seguida, Márcio Alemão, o zagueiro grosso-retardado-burro-lesado fez jus ao que acabei de colocar. Simulou um pênalti. Melhor: tentou simular. Quer dizer, tentou ensinar como não se simula. Tentou ser um Lázaro Ramos, mas não passou de um Gianecchine (ou qualquer outro péssimo ator que os amigos tiverem em mente). Ora, tá na regra: simulou, amarelou. Era o segundo...
Só que aí foi a vez do Vascão complicar. Resolveu ele, com um a mais, jogar na sabedoria. Assistia ao jogo no redeTV! e em determinado momento Ronaldo comentou que o Vasco deveria ficar mais a frente, o que concordei inteiramente. Veio então o Sílvio Luís (novo contratado, grazie: Luís Alfedo não dá!) e disse que era bom recuar porque o Bugre não era segundo por acaso. Na boa, com todo respeito, vá a merda. Se meu time do condomínio está com um a mais contra o Barcelona quero que fique a frente, com a posse da bola. É um a mais porra! Veio o sufoco implicante da sabedoria e por pouco um jogo ganho não vira empate. Mas o 1x0 garantiu o primeiro lugar ao alvinegro, que agora parte mais tranqüilo até para o título.
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Depois da calmaria vem a tempestade. Dois jogos pra lá de polêmicos no mesmo santo dia.
Na Arena, a Portuguesa recebeu o Ipatinga. Teve de tudo. Antes do jogo um apagão. Durante a partida mais dois. Uma confusão enorme de quem seria a culpa. A anta de João Antônio de Carvalho disse que Arena não era tudo isso que falam na JP. Um cara desses merece apanhar. Não dá literalmente, mas José Calil resolveu o problema dando-lhe uma senhora repsosta que o fez retirar tudo que disse. Com a redonda correndo sobre a grama, também teve de tudo. Duas bolas na trave, pênalti perdido. E de tanto errar,a Lusa pagou. No único ataque mineiro, gol do Ipatinga. 1x0 e não tem mais discussão.
Discussão mesmo tem no Ceará, com um gol de mão daqueles escancarados. o juiz validou, o Paraná ganhou, o Ceará reclamou e o tal do juizão dançou: fora até 2010. Mais detalhes sobre a polêmica vejam aqui, a matéria está muito esclarecedora. Aliás, o Ceará está ficando bom de polêmica. Há alguns meses o time foi protagonista de um erro grotesto de Carlos Eugênio Simon...
E que fase do Maradona: nem la mano de Diós es solo de él... Ahora tenemos la nuetra, mucho mejor, por supuesto!
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sábado, 19 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Série B
Pela série B, jogos cheio de emoções.
Na grande Salvador, o Bahia recebeu a portuguesa. Um primeiro tempo com muita vontade, alguns lampejos de bom jogo, mas nada que pedisse gols. O 0x0 ficou de bom tamanho. O segundo não, foi emocionante.
Logo aos 20 segundos, gol da Lusa. Desatenção pura. Nem tanto tempo depois, 2x0. Enfim, aos 17 estava 3x1 para a Portuguesa. Nádson descontou, mas logo em seguida veio o terceiro com o zagueiro Thiago, ex-Palmeiras. O Bahia saiu que nem louco e deixou contra-ataques enormes. Num deles, Kempes perdeu. Em outro, Héverton matou o jogo com um golaço. 4x1, e Lusa mais que nunca na briga. Como Benazzi vai bem na Portuguesa...
---
O Figueirense recebeu o bom Ceará. Saiu vencendo por 2x0, com outro gol logo no começo do segundo tempo, bem como a Portuguesa e como o São Paulo na série A. Fernandes foi o autor. O Ceará descontou. Eis que aos 47 do segundo tempo, pênalti para o Vovô. Geraldo tirou do goleiro, mas tirou também do gol. E ficou 2x1.
---
Jogando no Ceará, o Fortaleza recebeu o lanterna ABC. Após sair na frente duas vezes, o time cedeu a virada ao time potiguar. O empate veio aos 48 do segundo tempo. O Vila Nova recebeu o Duque em confronto direto lá embaixo. Abriu 2x0, cedeu o empate e, aos 41 do segundo tempo, fez o terceiro.
Na grande Salvador, o Bahia recebeu a portuguesa. Um primeiro tempo com muita vontade, alguns lampejos de bom jogo, mas nada que pedisse gols. O 0x0 ficou de bom tamanho. O segundo não, foi emocionante.
Logo aos 20 segundos, gol da Lusa. Desatenção pura. Nem tanto tempo depois, 2x0. Enfim, aos 17 estava 3x1 para a Portuguesa. Nádson descontou, mas logo em seguida veio o terceiro com o zagueiro Thiago, ex-Palmeiras. O Bahia saiu que nem louco e deixou contra-ataques enormes. Num deles, Kempes perdeu. Em outro, Héverton matou o jogo com um golaço. 4x1, e Lusa mais que nunca na briga. Como Benazzi vai bem na Portuguesa...
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O Figueirense recebeu o bom Ceará. Saiu vencendo por 2x0, com outro gol logo no começo do segundo tempo, bem como a Portuguesa e como o São Paulo na série A. Fernandes foi o autor. O Ceará descontou. Eis que aos 47 do segundo tempo, pênalti para o Vovô. Geraldo tirou do goleiro, mas tirou também do gol. E ficou 2x1.
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Jogando no Ceará, o Fortaleza recebeu o lanterna ABC. Após sair na frente duas vezes, o time cedeu a virada ao time potiguar. O empate veio aos 48 do segundo tempo. O Vila Nova recebeu o Duque em confronto direto lá embaixo. Abriu 2x0, cedeu o empate e, aos 41 do segundo tempo, fez o terceiro.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Vascão e o acerto
Teoricamente o jogo para o Vascão seria uma moleza. Em casa, contra um Paraná bem fraco, é saber de quanto. Porém, no futebol, teoria é uma merda.
No primeiro tempo o time mandante foi hiper-ultra-blaster mal. Não conseguiu criar nada. O goleiro Zé Carlos assistia ao inoperante Vasco. O Paraná por sua vez matava a pau. Criava inúmeras chances, Fernando Prass salvou ao menos três.
Numa das poucas investidas vascaínas, Ramón sofreu pênalti claro e cristalino. Élton converteu. O resultado era "injusto". O Paraná foi muito melhor no primeiro tempo. Porém, os amigos sabem, na minha concepção, injustiça só com erro de arbitragem, o que não ocorreu.
Interessante é refletir o porquê do Paraná ter jogado tão melhor. Simples: foi para jogar, como eu gosto. Pressionando, tendo posse de bola. Complica para todo mundo. Certamente se montasse uma retranca teria sido bem mais agredido. (embora eu deteste essa porra de condicional...)
No segundo tempo, logo cedo, feita a "justiça". Wellington Silva. Parou aí o glorioso Paraná. Os seis minutos seguintes foram só do Vasco. Philippe Coutinho, um futuro craque para quem não conhece, fez uma jogada magistral e meteu um bolão para Robinho, que tocou com estilo. 2x1. A princípio, o jogador estava impedido, saiu muito a frente. A princípio estava em posição legal, pois o passe foi longo. Como não tive direito de ver replay, fica a dúvida. Se alguém souber o veredito agredeceria.
Pouco tempo depois, o mesmo Coutinho foi para o chuveiro de forma correta. Aliás, apesar do excesso de cartões, o baiano Jaílson Freitas foi muito bem.
A expulsão foi ótima para o cruzmaltino. O técnico paranaense poderia ficar mais ofensivo, tirado um dos três zagueiros. Tirou um volante e pôs outro atacante. Resultado, já esperado por mim: perde de meio campo: o Paraná consgeuiu ficar com menos jogadores no meio, onde se ganha jogo, mesmo com um a mais. Fernando não fez mais nada. Zé Carlos operou três defesaças. Coincidência? Só para quem não entende nada de tática.
E assim fez-se um resultado "justo", como alguns utópicos adoram.
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Na série A, o Avaí fazia uma campanha péssima. Escrevi algumas vezes que o time jogava bem, ams a bola não entrava. Quando começasse a entrar. Começou e deu no que deu. O Avaí hoje está evidente. Num certo post, fiz um comentário. Era dia 2 de agosto, ou seja, mais de um mês atrás. O Campinense só tomava saco e era disparadamente cotado a cair, sem a famosa luz no fim do túnel. Eis o trecho que interessa:
"Só para terminar, cuidado com o Campinense. o time ainda não caiu. Tomou duas de quatro. Só que aí perdeu do Vila Nova em Goiânia jogando melhor e massacrando, com bola na trave e tudo. O time estava com azar. Ontem meteu 4 no então 4º colocado. Não dá para rebaixar um time desses antes do fim do certame.
E o time paraibano está com tanto azar, mas tanto azar, que agora que parece que a bola começou a entrar, pega "só" o Vasco no Rio. Êta azar! Mas depois tem mais jogos e o time de Campina Grande tem chances de se safar, já melhorou e parece que a bola começou a entrar, como o Avaí na série A, ou você já não rebaixava o Avaí até começar essa seqüencia de vitórias?"
Preciso escrever algo mais? Torno a dizer: o Campinense joga muita bola, só não tem defesa. Mas isso não é problema quando o ataque funciona. ele começou a funcionar... Não é profecia, não é chutômetro. Via jogos desse time. Não faço palpites desalinahdos. É análise.
No primeiro tempo o time mandante foi hiper-ultra-blaster mal. Não conseguiu criar nada. O goleiro Zé Carlos assistia ao inoperante Vasco. O Paraná por sua vez matava a pau. Criava inúmeras chances, Fernando Prass salvou ao menos três.
Numa das poucas investidas vascaínas, Ramón sofreu pênalti claro e cristalino. Élton converteu. O resultado era "injusto". O Paraná foi muito melhor no primeiro tempo. Porém, os amigos sabem, na minha concepção, injustiça só com erro de arbitragem, o que não ocorreu.
Interessante é refletir o porquê do Paraná ter jogado tão melhor. Simples: foi para jogar, como eu gosto. Pressionando, tendo posse de bola. Complica para todo mundo. Certamente se montasse uma retranca teria sido bem mais agredido. (embora eu deteste essa porra de condicional...)
No segundo tempo, logo cedo, feita a "justiça". Wellington Silva. Parou aí o glorioso Paraná. Os seis minutos seguintes foram só do Vasco. Philippe Coutinho, um futuro craque para quem não conhece, fez uma jogada magistral e meteu um bolão para Robinho, que tocou com estilo. 2x1. A princípio, o jogador estava impedido, saiu muito a frente. A princípio estava em posição legal, pois o passe foi longo. Como não tive direito de ver replay, fica a dúvida. Se alguém souber o veredito agredeceria.
Pouco tempo depois, o mesmo Coutinho foi para o chuveiro de forma correta. Aliás, apesar do excesso de cartões, o baiano Jaílson Freitas foi muito bem.
A expulsão foi ótima para o cruzmaltino. O técnico paranaense poderia ficar mais ofensivo, tirado um dos três zagueiros. Tirou um volante e pôs outro atacante. Resultado, já esperado por mim: perde de meio campo: o Paraná consgeuiu ficar com menos jogadores no meio, onde se ganha jogo, mesmo com um a mais. Fernando não fez mais nada. Zé Carlos operou três defesaças. Coincidência? Só para quem não entende nada de tática.
E assim fez-se um resultado "justo", como alguns utópicos adoram.
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Na série A, o Avaí fazia uma campanha péssima. Escrevi algumas vezes que o time jogava bem, ams a bola não entrava. Quando começasse a entrar. Começou e deu no que deu. O Avaí hoje está evidente. Num certo post, fiz um comentário. Era dia 2 de agosto, ou seja, mais de um mês atrás. O Campinense só tomava saco e era disparadamente cotado a cair, sem a famosa luz no fim do túnel. Eis o trecho que interessa:
"Só para terminar, cuidado com o Campinense. o time ainda não caiu. Tomou duas de quatro. Só que aí perdeu do Vila Nova em Goiânia jogando melhor e massacrando, com bola na trave e tudo. O time estava com azar. Ontem meteu 4 no então 4º colocado. Não dá para rebaixar um time desses antes do fim do certame.
E o time paraibano está com tanto azar, mas tanto azar, que agora que parece que a bola começou a entrar, pega "só" o Vasco no Rio. Êta azar! Mas depois tem mais jogos e o time de Campina Grande tem chances de se safar, já melhorou e parece que a bola começou a entrar, como o Avaí na série A, ou você já não rebaixava o Avaí até começar essa seqüencia de vitórias?"
Preciso escrever algo mais? Torno a dizer: o Campinense joga muita bola, só não tem defesa. Mas isso não é problema quando o ataque funciona. ele começou a funcionar... Não é profecia, não é chutômetro. Via jogos desse time. Não faço palpites desalinahdos. É análise.
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