A segunda semi-final da Copinha de juniores não tinha favorito. Os dois times eram muito bons. Qualquer um deles poderiam se classificar. O jogo foi exatamente isso. A partida foi, das que assisti, a melhor desta Copinha.
O Peixe começou melhor e atacando mais, especialmente nos 10 primeiros minutos. Após isso, o jogo equilibrou. O velho "Detalhe" desequilibrou. Alan Patrick bateu falta com mais que perfeição e abriu o placar. 1x0.
O Verdão passou a atacar e bombardeou a meta de ótimo goleiro Rafael. Bruno Turco e Cristian abusaram nos chutes. Rafael fez defesaças. Quando não fez, a sorte colaborou. E a primeira etapa terminou no 1x0. Mas o jogo era dos melhores, lá e cá.
O segundo tempo confirmou. O Palmeiras, com vocação ofensiva, alas e meias bons, foi pra cima. O Peixe ficou no contra-ataque. Rafael salvava e tinha a sorte como aliada. Borges, definitivamente, não estava num dia de sorte. O Santos deu dois contra-ataques. No primeiro, o ótimo Alan Patrick perdeu. Na segunda, Renan acertou outro chute na furquilha, outra vez indefensável. 2x0.
O Verdão seguiu na pressão. Ironicamente, depois de tanto criar e parar no goleiro, o Verdão foid escontar num gol à la Sacconi contra o Barueri, daqueles chutes de longe que você já xinga o cara de burro. Patrick meteu o pé e fez o gol. 2x1.
Nem deu tempo de pensar muito em reagir. Narciso, esperto, meteu Tiago, que fez o terceiro, aos 39. 3x1. Não foram poucos que decretaram fim de jogo. Eis que ocorreu a expulsão do volante do Peixe. Pouco depois, Alan Patrick se machucou. Na prática, o alvinegro tinha nove em campo.
Isso equilibrou as coisas, e permitiu ao Palmeiras pressionar. O impossível ocorreu: o Verdão empatou. Patrick e Gabriel Ramos marcaram. 3x3. Resultado justo ao quadrado. O Palmeiras criou muito mais, mas o Santos foi ótimo taticamente.
Nos penais, Borges comprovou sua falta de sorte, quando quase pegou arremate de Tiago. Ramos perdeu pro Palmeiras, e decretou a eliminação. Faz parte. O importante é que o Palmeiras tem bons jogadores, vai render frutos. Título da Copinha é conseqüencia.
Aliás, o Belluzzo, antes da semi, já disse que utilizará jogadores da base neste ano. Imaginem se fosse campeão. Faria o quê? Colocaria os 11 pra jogar e Cleiton Xavier, Diego Souza e cia no banco? Brincadeiras à parte, esse será o jeito mesmo. Até porque alguns valores merecem essa chance.
Segunda-feira (acertei de prima, o que tem gente, eu incluso, falando domingo...) tem a final, Santos x São Paulo. O jogo promete.
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sábado, 23 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
São Paulo na final
O ultra-favorito e "mandante" contra a zebra do torneio e "invasor". São Paulo contra Juventude. Era essa a primeira semi-final da Copinha. Era o Juventude também a única possibilidade de não termos uma final paulista na segunda (quase escrevi domingo....hehe), dia 25, como é tradicional por ser aniversário da cidade.
Engana-se, porém, quem pensa que o São Paulo atropelou. Começou melhor a atacando, mas não criou muito. Aos poucos o Juventude começou a tomar conta das ações, lá para os 25 do segundo tempo.
Ironia, porém, que justamente quando o Juventude estava melhor, em um contra-ataque, veio pênalti para o São Paulo, que Zé Victor converteu. 1x0. Absolutamente comum no futebol. Já cansei de ver time jogar melhor e perder. Que dirá em um simples momento do jogo, como foi o Juventude. O final do primeiro tempo foi esse, sem maiores chances de gol.
O segundo tempo prometia, mas qualquer espectativa se foi aos 3 minutos, quando o São Paulo fez 2x0. A partir daí foi ver o jogo passar e a classificação do São Paulo, enfim, se concretizar. O Tricolor espera agora por Palmeiras ou Santos, que se enfrentam amanhã.
O Tricolor, que já venceu o torneio em 93 e 2000, tenta agora o tri.
Engana-se, porém, quem pensa que o São Paulo atropelou. Começou melhor a atacando, mas não criou muito. Aos poucos o Juventude começou a tomar conta das ações, lá para os 25 do segundo tempo.
Ironia, porém, que justamente quando o Juventude estava melhor, em um contra-ataque, veio pênalti para o São Paulo, que Zé Victor converteu. 1x0. Absolutamente comum no futebol. Já cansei de ver time jogar melhor e perder. Que dirá em um simples momento do jogo, como foi o Juventude. O final do primeiro tempo foi esse, sem maiores chances de gol.
O segundo tempo prometia, mas qualquer espectativa se foi aos 3 minutos, quando o São Paulo fez 2x0. A partir daí foi ver o jogo passar e a classificação do São Paulo, enfim, se concretizar. O Tricolor espera agora por Palmeiras ou Santos, que se enfrentam amanhã.
O Tricolor, que já venceu o torneio em 93 e 2000, tenta agora o tri.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Pela Copinha...
O jogo mais aguardado das quartas-de-final da Copinha SP de juniores era, sem dúvidas, o São Paulo x Cruzeiro. Até mesmo pela tradição das duas equipes nas categorias de base. Sempre revelam bons jogadores.
As escalações já possuíam atletas que alguns podiam conhecer. Bruno Uvine e Zé Victor, salvo engano de quem vos escreve, jogaram a Copinha ano passado pelo Tricolor. Pelo Cruzeiro, destaque para Dudu, o camisa 10 que chegou a fazer jogo entre os profissionais, também salvo engano, numa vitória do Cruzeiro por 1x0 diante do Avaí (gol de pênalti, relate-se).
Porém, toda expectativa deparou-se com um jogo à la Europa: muita preocupação tática, muito toque de lado. O Tricolor buscando mais o gol, a Raposa querendo contra-atacar. Um chute logo a dois minutos aparentou bom jogo, mas não foi o que se viu. Muita marcação, pouca criação.
Eis que um jogador Celeste machuca-se. Em seu lugar entra Thiaguinho. O jogo, que estava monótono e chato, muda de figura. Nos minutos que sucederam a alteração, só deu Cruzeiro. Até o pênalti do bom zagueiro Bruno Uvine. Dudu converteu. 1x0.
O Tricolor, que até então só metera 4 ou 5 nos rivais e sempre saindo na frente, vivia situação inédita. Porém, não tardou a empatar. Aos 42, Jefferson deu um tapa ótimo por cima do goleiro, a bola, por azar, pegou na trave, mas voltou para Roni empatar. 1x1, e intervalo.
O segundo tempo foi um pouco melhor. O tempo passava e os times se abriam. O jogo ficou interessante taticamente. Não tinha meio-de-campo. Tinham defensores e atacantes de um lado e de outro. No meio, um deserto. O time que tomasse conta dali venceria o jogo. Mas ninguém quis mudar.
Éber, oito do Cruzeiro, era, a meu ver, o destaque. Ótimo jogador, aparecia em todo lugar do campo. Ele, Dudu e Thiaguinho poderiam desequilibrar para o time mineiro. O São Paulo tinha três, Zé Victor, que não estava em seus dias mais inspirados, Marcelinho e Lucas Gaúcho.
Éber desequilibrou para o Cruzeiro. Fez fila e caiu dentro da área. O juiz errou e não marcou nada. A falta foi fora da área, mas ocorreu. O destino é cruel e, no lance seguinte desta falta, Marcelinho encheu o pé e desequilibrou para o Tricolor. 2x1.
A Raposa tentou de qualquer forma empatar, mas barrou no arqueiro Tricolor. Fim de jogo. Semi 1 definida, São Paulo x Juventude.
A outra será entre Santos, que bateu o Paulista por 3x1, e o Palmeiras, que enfim tem um bom time na base e bateu a Portuguesa por 4x2 num jogaço de bola. Ou seja, um paulista garantido na final.
As escalações já possuíam atletas que alguns podiam conhecer. Bruno Uvine e Zé Victor, salvo engano de quem vos escreve, jogaram a Copinha ano passado pelo Tricolor. Pelo Cruzeiro, destaque para Dudu, o camisa 10 que chegou a fazer jogo entre os profissionais, também salvo engano, numa vitória do Cruzeiro por 1x0 diante do Avaí (gol de pênalti, relate-se).
Porém, toda expectativa deparou-se com um jogo à la Europa: muita preocupação tática, muito toque de lado. O Tricolor buscando mais o gol, a Raposa querendo contra-atacar. Um chute logo a dois minutos aparentou bom jogo, mas não foi o que se viu. Muita marcação, pouca criação.
Eis que um jogador Celeste machuca-se. Em seu lugar entra Thiaguinho. O jogo, que estava monótono e chato, muda de figura. Nos minutos que sucederam a alteração, só deu Cruzeiro. Até o pênalti do bom zagueiro Bruno Uvine. Dudu converteu. 1x0.
O Tricolor, que até então só metera 4 ou 5 nos rivais e sempre saindo na frente, vivia situação inédita. Porém, não tardou a empatar. Aos 42, Jefferson deu um tapa ótimo por cima do goleiro, a bola, por azar, pegou na trave, mas voltou para Roni empatar. 1x1, e intervalo.
O segundo tempo foi um pouco melhor. O tempo passava e os times se abriam. O jogo ficou interessante taticamente. Não tinha meio-de-campo. Tinham defensores e atacantes de um lado e de outro. No meio, um deserto. O time que tomasse conta dali venceria o jogo. Mas ninguém quis mudar.
Éber, oito do Cruzeiro, era, a meu ver, o destaque. Ótimo jogador, aparecia em todo lugar do campo. Ele, Dudu e Thiaguinho poderiam desequilibrar para o time mineiro. O São Paulo tinha três, Zé Victor, que não estava em seus dias mais inspirados, Marcelinho e Lucas Gaúcho.
Éber desequilibrou para o Cruzeiro. Fez fila e caiu dentro da área. O juiz errou e não marcou nada. A falta foi fora da área, mas ocorreu. O destino é cruel e, no lance seguinte desta falta, Marcelinho encheu o pé e desequilibrou para o Tricolor. 2x1.
A Raposa tentou de qualquer forma empatar, mas barrou no arqueiro Tricolor. Fim de jogo. Semi 1 definida, São Paulo x Juventude.
A outra será entre Santos, que bateu o Paulista por 3x1, e o Palmeiras, que enfim tem um bom time na base e bateu a Portuguesa por 4x2 num jogaço de bola. Ou seja, um paulista garantido na final.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Jogos de hoje
Hoje, terça-feira, começou a segunda rodada do Campeonato Paulista. Apenas um jogo, Botafogo x Ituano. O motivo, confesso, não sei. Deve ter sido algo com os problemas dos estádios, sei lá. Anteciparam e ponto.
O jogo em si teve pouco. Muito pouco. O primeiro tempo foi razoável, o Botafogo, em casa, buscava mais o ataque, mas com muita timidez. Acabou criando muito pouco. Raras foram as investidas do Ituano, que buscava o contra-ataque.
O segundo tempo piorou as coisas. Quase nada. Jogo sofrido e horrível. Nada mais justo na partida que o 0x0. Pra quem foi ao estádio, valeu ver Juninho Paulista, ele mesmo, que reestreou no time de Itu. O placar colocou Ituano e Botafogo, até amanhã de noite, na liderança e vice-liderança, respectivamente.
---
Pela Copinha, CFZ e Juventude empataram por 1x1. Não assisti grande parte do confronto. Liguei a TV bem no penal que originou empate do time gaúcho, com Iago, perto dos 35 do segundo tempo. Esse Iago, inclusive, lembre o Gilmar, ex-Náutico, em um aspecto. Ano passado o ex-Timbu tinha marcado, em determinado momento, nove gols. Sete eram de pênalti. Iago, jogador do Periquito, possui cinco gols de pênalti, dois marcados na vitória contra o Corinthians.
Interessante, porém, que na disputa de pênaltis hoje, ele perdeu. Todavia, o Juventude que classificou. Perdeu dois penais, ou três, nem lembro. porém contou com o time de pior aproveitamente que já vi quando as conco cobrnaças se concretizam. O CFZ bateu cinco, perdeu quatro. Três defesas do goleiro.
A equipe gaúcha volta a campo pela semi-final, enfrentando ou São Paulo, ou Cruzeiro.
O jogo em si teve pouco. Muito pouco. O primeiro tempo foi razoável, o Botafogo, em casa, buscava mais o ataque, mas com muita timidez. Acabou criando muito pouco. Raras foram as investidas do Ituano, que buscava o contra-ataque.
O segundo tempo piorou as coisas. Quase nada. Jogo sofrido e horrível. Nada mais justo na partida que o 0x0. Pra quem foi ao estádio, valeu ver Juninho Paulista, ele mesmo, que reestreou no time de Itu. O placar colocou Ituano e Botafogo, até amanhã de noite, na liderança e vice-liderança, respectivamente.
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Pela Copinha, CFZ e Juventude empataram por 1x1. Não assisti grande parte do confronto. Liguei a TV bem no penal que originou empate do time gaúcho, com Iago, perto dos 35 do segundo tempo. Esse Iago, inclusive, lembre o Gilmar, ex-Náutico, em um aspecto. Ano passado o ex-Timbu tinha marcado, em determinado momento, nove gols. Sete eram de pênalti. Iago, jogador do Periquito, possui cinco gols de pênalti, dois marcados na vitória contra o Corinthians.
Interessante, porém, que na disputa de pênaltis hoje, ele perdeu. Todavia, o Juventude que classificou. Perdeu dois penais, ou três, nem lembro. porém contou com o time de pior aproveitamente que já vi quando as conco cobrnaças se concretizam. O CFZ bateu cinco, perdeu quatro. Três defesas do goleiro.
A equipe gaúcha volta a campo pela semi-final, enfrentando ou São Paulo, ou Cruzeiro.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Pela Copinha...
Amanhã, enfim, para alívio deste escriba, a bola volta a rolar pelo futebol profissional. O Verdão vai pegar o Mogi Mirim e, diga-se, tem tudo para fazer ao menos um bom Paulista. O time manteve boa base e reforçou setores necessitados, com exceção ao ataque, que está uma lástima.
Porém, venho aqui, reconhecendo certo atrasado, escrever sobre a Copinha, mais especificamente sobre o jogo Palmeiras x Fluminense. Não ando acompanhando muito, nem tanto por querer ou não, mas pelo simples fato da TV ser monopolizada por outros mebros da família. Até agora, mesmo envolvendo meu time, este foi o único jogo que consegui ver.
Sobre o duelo em si, uma pena que tenha saído tão cedo. Ambos apresentam bons times, especialmente do meio pra frente. O primeiro tempo foi muito equilibrado. Ora com um Palmeiras melhor, ora com um Fluminense melhor. O detalhe tão amado no futebol foi um penal que Wellington, ótimo jogador que já conhecia, converteu.
O segundo tempo foi outro. Só deu Palmeiras. A vitória foi justa e merecida. O alviverde pega agora, no domingo, Desportivo Brasil. Vou colocar abaixo uma análise de alguns jogadores. Lembro que só vi um jogo do Palmeiras nesta Copinha, portanto podem ser sim análises precipitadas.
O goleiro é bom. Borges passa segurança e fez boas defesas, comprovando a incrível qualidade nos goleiros que o Palmeiras revela. O mesmo não se pode dizer dos zagueiros. Típicos grandões e fortões, para assustar o atacante. Adoram marcar a bola, fracos. Não sabem ver zagueiro, olham tamanho... O mesmo para o volante Cristian, compridão, bom passe (especialmente aqueles de ladinho...) e só. Bate mais que qualquer outra coisa.
O resto do time é bom. O volante Bruno Turco marca bem, mas não cria. É o Pierrinho do time. Os alas não são bons, são ótimos. Gabriel Silva tem qualidade impressionante. Não havia necessidade de trazer o Eduardo tendo-o. Luís Felipe, na direita, além de ótimo jogador (sempre pensando em projeção futura) bate bem bola parada, algo que não tem no momento o alviverde profissional.
O alviverde tem ainda Afonso, um meia-atacante driblador, que evoluindo a objetividade tem tudo para ser grande atleta. O centro-avante Miguel é o clássico trombador, não gosto muito, mas faz gol. O acima da média é Gilsinho, atacante do jeito que eu gosto: rápido, objetivo, com visão de jogo. Muito bom jogador. Deve ser aproveitado.
Por fim, um meia que entrou no segundo tempo, com a 10. Um tal de Ramos. Menos de um minuto depois de entrar, tocou entre as pernas e apareceu para chutar. Depois meteu bola espetacular. Fez um golaço. Resumindo, aparentemente, joga muito. E é meia canhoto, o que tanto pede seu Muricy...
Pelo Flu, destaque para Wellingtons (o já citado acima e o Silva) e o meia Renato Augusto.
Porém, venho aqui, reconhecendo certo atrasado, escrever sobre a Copinha, mais especificamente sobre o jogo Palmeiras x Fluminense. Não ando acompanhando muito, nem tanto por querer ou não, mas pelo simples fato da TV ser monopolizada por outros mebros da família. Até agora, mesmo envolvendo meu time, este foi o único jogo que consegui ver.
Sobre o duelo em si, uma pena que tenha saído tão cedo. Ambos apresentam bons times, especialmente do meio pra frente. O primeiro tempo foi muito equilibrado. Ora com um Palmeiras melhor, ora com um Fluminense melhor. O detalhe tão amado no futebol foi um penal que Wellington, ótimo jogador que já conhecia, converteu.
O segundo tempo foi outro. Só deu Palmeiras. A vitória foi justa e merecida. O alviverde pega agora, no domingo, Desportivo Brasil. Vou colocar abaixo uma análise de alguns jogadores. Lembro que só vi um jogo do Palmeiras nesta Copinha, portanto podem ser sim análises precipitadas.
O goleiro é bom. Borges passa segurança e fez boas defesas, comprovando a incrível qualidade nos goleiros que o Palmeiras revela. O mesmo não se pode dizer dos zagueiros. Típicos grandões e fortões, para assustar o atacante. Adoram marcar a bola, fracos. Não sabem ver zagueiro, olham tamanho... O mesmo para o volante Cristian, compridão, bom passe (especialmente aqueles de ladinho...) e só. Bate mais que qualquer outra coisa.
O resto do time é bom. O volante Bruno Turco marca bem, mas não cria. É o Pierrinho do time. Os alas não são bons, são ótimos. Gabriel Silva tem qualidade impressionante. Não havia necessidade de trazer o Eduardo tendo-o. Luís Felipe, na direita, além de ótimo jogador (sempre pensando em projeção futura) bate bem bola parada, algo que não tem no momento o alviverde profissional.
O alviverde tem ainda Afonso, um meia-atacante driblador, que evoluindo a objetividade tem tudo para ser grande atleta. O centro-avante Miguel é o clássico trombador, não gosto muito, mas faz gol. O acima da média é Gilsinho, atacante do jeito que eu gosto: rápido, objetivo, com visão de jogo. Muito bom jogador. Deve ser aproveitado.
Por fim, um meia que entrou no segundo tempo, com a 10. Um tal de Ramos. Menos de um minuto depois de entrar, tocou entre as pernas e apareceu para chutar. Depois meteu bola espetacular. Fez um golaço. Resumindo, aparentemente, joga muito. E é meia canhoto, o que tanto pede seu Muricy...
Pelo Flu, destaque para Wellingtons (o já citado acima e o Silva) e o meia Renato Augusto.
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Copinha
A Copa São Paulo de Futebol Juniores começou mais uma edição. Cada vez com mais times, esta edição traz até uma equipe estrangeira, árabe, que por sinal já estreou derrotada pelo Atlético-PR por 1x0 em jogo duro.
É muito interessante a discussão que se faz sobre o que é de fato hoje esta Copinha SP. Eu adoro este torneio, até mesmo porque nesta época, não tem porra nenhuma pra ver na TV. Mas é inegável que virou um jogo de interesses sem tamanho. Os empresários chovem, olheiros idem. Todos buscando bons atletas. Pra fechar com chave de ouro, vem a TV e faz um festival de horários, desde jogos pela manhã, até onze da noite.
Hoje mesmo, estreou meu time nesta bagaça. Apesar da vitória por 4x1, não podemos pensar alto demais. Primeiro porque era o Rio Branco do Acre, portanto, um time sem expressão nenhuma. Segundo porque uma porrada de time já goleou, vale lembrar, tem muita porcaria também no torneio. E por último, o Palmeiras não tem base forte.
Hoje, pelo que vi, o time é fraco. Muito grandão, mal consegue trocar três passes. É verdade que, no tempo que não vi o jogo, e foi muito, só deu alviverde. Devo ter dado azar, porém, sabemos que a diretoria do alviverde é fraca, dentre outros aspectos, porque não sabe valorizar a base.
Aguardemos. O fato é que é um ótima competição para divertir o morto, mas agradável pela ausência de aulas, mês de janeiro.
É muito interessante a discussão que se faz sobre o que é de fato hoje esta Copinha SP. Eu adoro este torneio, até mesmo porque nesta época, não tem porra nenhuma pra ver na TV. Mas é inegável que virou um jogo de interesses sem tamanho. Os empresários chovem, olheiros idem. Todos buscando bons atletas. Pra fechar com chave de ouro, vem a TV e faz um festival de horários, desde jogos pela manhã, até onze da noite.
Hoje mesmo, estreou meu time nesta bagaça. Apesar da vitória por 4x1, não podemos pensar alto demais. Primeiro porque era o Rio Branco do Acre, portanto, um time sem expressão nenhuma. Segundo porque uma porrada de time já goleou, vale lembrar, tem muita porcaria também no torneio. E por último, o Palmeiras não tem base forte.
Hoje, pelo que vi, o time é fraco. Muito grandão, mal consegue trocar três passes. É verdade que, no tempo que não vi o jogo, e foi muito, só deu alviverde. Devo ter dado azar, porém, sabemos que a diretoria do alviverde é fraca, dentre outros aspectos, porque não sabe valorizar a base.
Aguardemos. O fato é que é um ótima competição para divertir o morto, mas agradável pela ausência de aulas, mês de janeiro.
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