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domingo, 9 de maio de 2010

Flamengo 1 x 1 São Paulo

A estreia do Brasileiro não poderia ser melhor: logo de cara um duelo entre os atuais campeão e vice. Além disso, tínhamos 11 títulos e meio em campo (o meio, claro, é da polêmica de 87, que não aceito palpites clubísticos, do tipo o Fla foi o campeão porque não gosto do São Paulo, ou algo deste gênero).

Por conta da Libertadores, os clubes entraram com times mistos. O Flamengo mostrou que, se Love e Adriano sumirem na noite carioca, fode geral. Não é possível sobreviver com Denis Marques. O rapaz consegue a proeza de ser pior que o Robert, do Palmeiras. Incrível. Agora, olhem o time misto do São Paulo. Chama-se elenco. O time de hoje coloca fácil sete jogadores titulares no Palmeiras atual.

E esse time misto Tricolor foi ao Maracanã e saiu jogando como gente grande. Dominou amplamente as ações até os 30 minutos. Não criou tanto para o goleiro Bruno, e até tomou alguns sustos, mas era senhor da posse de bola. Somente nesse tempo em diante o jogo ficou mais equilibrado.

Mesmo assim a justiça foi feita. Um golaço do São Paulo deixou mais evidente o que foi o primeiro tempo. Jogada bem trabalhada e a bola metida para Marelinho Paraíba, que rolou para Washington marcar. 1x0. E fim de primeiro tempo.

Todavia, assim como havia ocorrido diante do Corinthians, o Flamengo mudou o panorama no segundo tempo, sendo superior. Não o tempo todo, pois os primeiros minutos foram todos do São Paulo. Mas, curiosamente, exatamente aos 5, como ocorrera na quarta passada, veio o gol. Lançamento espetacular de Michael para Denis Marques, que tocou no cantinho. Ainda não estou convencido de que o rapaz acertou o chute. foi categoria demais para Marques. Em todo caso, foi o empate.

Daí em diante, o time da casa foi pra cima. O mesmo Michael deu outro gol para o mesmo Marques, que desta evz foi normal e perdeu. Só dava Fla, Pet meteu bola na trave. de vez em nunca o Tricolor esboçava um contra-ataque. Não pensem, porém, que Rogério foi o destaque, pois Denis Marques não permitia grandes participações do goleiro são paulino.

No final do jogo, uma chance de ouro para cada lado. Everton Silva perdeu uma cabeçada sozinho na pequena área. logo em seguida, Marlos perdeu outro também na pequena área. Como disse o meu pai, se fosse o Robert já era linxado...

E assim ficou 1x1. Justo, pelo primeiro tempo melhor do São Paulo, e pelo segundo tempo superior do Flamengo.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Fim da primeira fase!

Última rodada é última rodada, e sempre tem emoção. Mas no final das contas, esta rodada derradeira do Paulista acabou como começou: Santos x São Paulo, Santo André x Grêmio Prudente são as semi-finais.

O Tricolor teve um primeiro tempo emocionante com o Ramalhão. O time do ABC começou bem melhor que o Tricolor, com posse de bola. Essa superioridade durou uns 15 minutos. Mas nada de criar. O Tricolor, ao contrário, era decisivo. No mesmo período fez seu gol, com Washington, e ainda perdeu um claríssimo com dagoberto, em um bolão enfiado por Marlos. Logo a seguir o mesmo Dagoberto fez o segundo gol. Um golaço. 2x0.

O resultado era, então, "injusto". Talvez 1x0 seria melhor. Porém, o São Paulo passou e criar muitas chances, e a perdê-las. Tivesse terminado o primeiro tempo 5x0, não seria nada assustador. Mas os gols perdidos pesaram. Rodrigão descontou pro Ramalhão.

Esperava-se,a ssim, um jogaço na seunda etapa, no nível do primeiro tempo. Ledo engano. Jogo chato e sonolento. Em alnce de impediemnto de Miranda, veio o terceiro e decisivo gol são paulino. Culpar o bandeira é de uma imbecilidade incrível. Lance dificílimo. E não valia nada pro Ramalhão mesmo.

O destaque postivo do jogo, além da boa qualidade, foi o SPFC, que pela primeira vez jogou bem sob meus olhos no ano. Não lembro de outro jogo bom. Esse foi. Bom não, ótimo. Passou poucos sustos, dominou as ações. Fez 3, poderia ter feito 8. O negativo foi o juiz, que perido em campo permitiu entradas faltosas dos dois lados e por pouco não se perdeu.

O Tricolor só não conseguiu escapar do Santos (que venceu com time reserva o Sertãozinho, rebaixado, por 4x2). Isto proque o Prudente venceu seu jogo por 1x0 e manteve a terceira posição, gol de Wesley.

O Timão meteu 5x1 no Rio Claro, mesmo saindo atrás no placar. Nadou, nadou, e morreu na praia. , por favor, sem hipocrisias de "Paulista não vale nada". São Paulo, muito menos Corinthians, podem ter tal ação.

É bem provável que nadar e morrer na praia seja pior que ter um campeonato lastimável de meio tabela, mas o segundo é bem mais vexatório o segundo caso. E este foi o Palmeiras, time de melhor elenco do Brasil, segundo o entendido de futebol Gilberto Cipullo. Favor, não acreditar na imprensa que diz que o Verdão tem "bom time". Tivesse, não perderia mais da emtade dos jogos em casa para times como São Caetano, Santo André e Ponte, ou mesmo fora para o fortíssimo Rio Claro. Campanha pífia deste Palmeiras, que pode correr riscos no nacional. Sérios riscos. Nem na metade de cima da tabela ficou o alviverde. Meu Deus! E é Paulista...

Paulista, aliás, que bateu o time de "melhor elenco do Brasil" e se salvou. Vitória por 3x1, com, claro, as sempre presentes cagadas da zaga. E também cagada do Zago (não resisti...hehe), que não escalou reservas. Ao menos teriam vontade. No primeiro gol Mazola entrou sozinho e Felipe Azevedo marcou no meio de dois. No segundo, penalti de léo, que ainda falhou no terceiro gol. Defesa de seleção, claro.

No mais, destaque para o Ituano, que saiu perdendo por 2x0 para a Portuguesa no Canindé. Era o virtual rebaixado, mas conseguiu virada heroica com direito a golaço de Juninho e, acreditem, um gol de Roque Jr! 3x2, e o Ituano se salvou de forma bonita. Sobrou para o Rio Claro, que caiu.

Diga-se, caiu quem subiu ano passado: Rio Branco, Sertãozinho, Rio Claro e Monte Azul.

E assim acabou a primeira fase do chatíssimo Paulista. Chatísimo, claro, pela fórmula. O estadual em si não, pelo contrário, é bem divertido. Quem não riu com um Oeste na frente do Palmeiras (que foi apenas 11º) ou com Prudente e Santo André na frente de São Paulo e Corinthians?

domingo, 7 de março de 2010

Resumão de domingo

Venho dizendo que jogo do Santos, invariavelmente, é bom. Hoje errei nesta análise no duelo diante da Portuguesa. Não foi bom, foi ótimo. Jogaço. O primeiro tempo foi totalmente aberto, cheio de oportunidades.

Logo de cara, uma para cada lado. Felipe e Fábio começaram a mostrar que o jogo não teria o resultado que mereceria. Mas pouco depois, Héverton abriu o placar para a Portuguesa. 1x0. O jogo foi amplamente aberto, como costumam ser nos jogo do Peixe.

Felipe e Fábio cansaram de realizar defesas. Jogo muito bom. Wesley um dos principais pelo Peixe. Marco Antônio e Héverton pela Lusa. Marquinhos entrou ainda no primeiro tempo. Dorival fez bem, não precisa esperar intervalo para mudar. Foi 1x0, podia ser 2x1, 3x2...

No segundo tempo a Lusa recuou demais. Quis segurar e contra-atacar. O Peixe cresceu e passou a dominar as ações. Criava mil chances, Fábio segurava. Fez milagres infinitos. Até o finalzinho, quando o empate aconteceu. Zé Eduardo fez uma mínima justiça. O primeiro tempo foi equilibrado, mas o segundo só deu peixe.

Todavia, isso é o de menos para o Santos, que deixa de alcançar a marca do Santos de Pelé em vitórias consecutivas. E o Peixe já está nas semis, só cumpre tabela agora.

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Não se pode dizer nada nem parecido do jogo do Corinthians. Horrível. A equipe alvinegra começou bem melhor, marcando sob pressão e criando várias chances. Porém, nada de gol. O jogo foi horrível no primeiro tempo. 0x0 estava ótimo. O Azulão é muito fraco. Jogou nada. Sim, eu sei, meteu quatro no Palmeiras, mais por incompetência (em diversos aspectos) deste que por méritos daquele.

O segundo tempo até melhorou um pouco. Mas o melhor do jogo foi o comentário da Cláudio Carsughi: " o segundo tempo melhorou, até porque não tinha como piorar". É por aí. Piorar não dava.

Para salvar o editor dos melhores momentos, Souza deu um chute para defesa boa do arqueiro do azulão. E no final, Dentinho ainda fez seu gol. Eram 41. 1x0. Só, era demais para o que foi o jogo.

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O Tricolor foi até Campinas e bateu a Ponte Preta. Começou sendo pressionado, mas resisitiu bem. Aos 15 abriu o placar com Washington. Frangaço de Martini. A Ponte seguiu pressionando, arrumou um penal, mas perdeu. Não foi pênalti, diga-se. O Tricolor foi mais competente, fez 2x0. Administrou no segundo tempo. Conseguiu.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Vitória no clássico

Após a vitória do São Caetano contra o Palmeiras veio Zago e creio não ter postado nada por aqui sobre o tema. Hoje ele estreou no clássico contra o São Paulo, o que já julgo muito bom. Jogador gosta de técnico que não se omite, que vai pro pau com eles. Foi um bom começo. Mas antes de falar do jogo hoje, escreverei algo sobre a queda de Muricy, já previsível. Era questão de tempo. Ele vinha jogando mal, esquecendo jogadores (vide Marquinhos), não sendo nada "parceiro" com outros, vide Armero. Começam a surgir boatos de que ele NÃO PARTICIPOU DAS INDICAÇÕES deste ano e de que tinha quarto reservado - e jogador não gosta de técnico estrela demais por aqui - mas até aí, pode ser tudo boato de pós-queda que sempre aparecem em blogs não confiáveis.

O que era, porém, indiscutível, era que Muricy andava desprestigiando jogadores e fazendo cagadas astronômicas. O que ele fez com Armero foi o mais evidente. Dizia que conversava com jogador, mas fontes confiáveis me disseram que ele mal falava com o atleta. Simplesmente mandou se foder e seguiu. Porém, até aí, ainda é na base da fofoca. Fato: cagadas na escalação. Três voltantes, sendo um horrível (Edinho), Wendel na lateral esquerda (quando contrataram um bom Eduardo), Diego Souza de atacante. O voltante na zaga eu desconto porque não tinha mesmo. E a pergunta que não quer calar: ele reclamava da falta de atacantes. E o Marquinhos, cara pálida??? Jogou até gente da base e ele não tem nem chance? Ah, se foder.

Isto pode sim ter gerado algum corpo mole. Muricy caiu, como ficou óbvio, e assumiu o Zago. Digam o que quiserem, nada me tira da cabeça: AC já estava acertando ANTES de Muricy cair. E digo isso como falei no caso Ricardo Gomes. Não se começa e fecha uma negociação em um dia. IMPOSSÍVEL. A menos que já haja uma conversa pré-iniciada. Aí vieram os problemas racistas, os quais eu já comentei no post do Lucas neste espaço OleOle. Racista um cara que jogou com Clebão no Palmeiras e que o tem como um dos melhores amigos? Enfim, querem saber sobre isso olhem lá. Já escrevi bastante sobre isso. Resumo dizendo que gostei da contratação, uma aposta. Sempre digo que técnico não ganha jogo. Muricy fez metade dos pontos. Será que um téncio comum não faria isso também ganhando menos? É o que falo sobre treinador não ganhar jogo.

Porém chega disso. Antônio Carlos estreou hoje e já foi pro pau. É boleirão, sabe como funcionam os jogadores, no São Caetano msotrou bom relacionamento com os mesmo. E ganhou ainda mais a simpatia deste escriba ao dizer num programa que com ele dois volantes só, que Diego é meia. Jogará pra frente, com toque de bola. Nada de chuveirinho muriciano. Isso aí, assim que deve ser. Futebol bem jogado. Adianta meter tanto volante a não ganhar de ninguém??

AC reapareceu com Marquinhos. Tinha Lenny. Ora, 4-4-2 tardicional, dois volantes, dois MEIAS, dois atacantes. Time que saiba jogar. Assim que eu gosto. Lenny no ataque. Tem Marquinhos pra reserva, tá chegando Ewerton. No meio tem Diego e tem Cleiton. Lincoln chegou. Isso vai moldando elenco. Um elenco razoavelmente descente. E que jogue, não só aquela retranca detestável de Muricy. Vai ganhar tudo por isso? Não. Pode perder? Sim, muito, mas que perca jogando pra vencer, não perder com 3 volantes, laterias que não avançam etc.

Bom, sobre o jogo de hoje, o São Paulo continua desmentindo suas próprias palavras. Se não liga pro Paulista , pra que escalar time titular na véspera de jogo decisivo na Libertas? Simples, porque Paulista vale, e vale bastante. Só é meio hipócrita, vale pra quem ganha. O São Paulo entrou certo, 3-5-2, com alas, volantes, tudo certinho. Só faltou Dagoberto, mas com Paraíba não dá pra reclamar de qualidade. O Palmeiras entrou como eu gosto, 4-4-2 tradicional, como já comentado, e principalmente sem invenções. Wendel na direita, Eduardo, lateral esquerdo, na esquerda. Lenny no ataque, Diego no meio, dois volantes, e um que sabe sair.

AC não inventou, fez o certo. Resultado? O time começou bem e mostrabdo uma vontade incrível, até acima da normal, o que dizer se comparado a tragédia vista na quarta??? Uma equipe com toque de bola e com muita gana de vencer. Lenny tentou, o time criava. Pouco permitia ao São Paulo. Mesmo superior, o 0 não saiu do placar.

No segundo tempo, logo no começo, Xandão foi pro chuveiro. Discutível. Achei exagerado, mas looooooonge de ser um absurdo. Claro, foi para são paulinos. A cada 10 destes, sete acharão absurdo, e três, mais imparcias, vão divergir. Os palmeirenses, de 10, nove acharam correto e um diverge. (temos menos imparciais nesta torcida, eles são beeeeeem raros) Achei exagerado, como escrevi, mas longe de ser absurdo. Há como julgar que Xandão tinha perdido a jogada e segurou o Eduardo para não ficar pra trás, o que até pode ser para amarelo. Enfim, vai de cada um.

Logo em seguida, o tento alviverde. Difícil, porém, reclamar da arbitragem, mesmo que tenha errado na expulsão. Porra, o gol que sai na sequencia tem um Robert marcado por DOIS são paulinos. E ele cabeceia no meio dos dois. Ainda há reclamação de mão, longe de ser procedida. 1x0. Justo. Até então o Palmeiras estava melhor, com mais vontade de vencer.

Depois RG fez bobagem e tirou Washington para colocar Henrique. Era difícil reverter, no Palestra, saindo atrás. Todavia, mais difícil ainda é reclamar da arbitragem como se fosse a única culpada tomando um gol como o segundo. Também sem influência do homem a emnos. Bola cruzada pra área MATA o efeito do homem a menos. (e outra, cansamos de ver superação de times com homem a menos...)

E assim ficou até o final, merecendo destaque apenas uma boa jogada de Cleiton Xavier que terminou em defesaça de Rogério Ceni. Resultado justo, o Palmeiras em todo jogo teve mais vontade e bsucou a vitória, mesmo antes do homem a mais. Choro do derrotado é livre, e até normal... Mas convenhamos: a arbitragem é ruim, prejudicou hoje (se prejudicou mesmo), ajuda amanhã. Ou ontem, como foi contra o Barueri, antes que aquele são apulino mais parcial aparece pra reclamar que nunca é favorecido...

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Mais um bom jogo do Santos. Sempre bom ver. 2x1 contra o Mirassol, e sem Neymar-Ganso. O Braga deu uma aula de como se perde gols, mas em jogo bom bateu o Botafogo de Ribeirão por 2x0. Ontem, mais uma vez em casa, a Ponte perdeu pra um time da turma do rebaixamente. 3x1 pro Sertãozinho.

E o Botafogo foi campeão. Tomou de 6 na fase de classificação, assumiu Joel e venceu o Vasco por 2x0. Dodô, pra variar, sumiu na decisão.

*Peço perdão se o texto ficou um pouco confuso, mas são três da amnhã e como não sou uma máquina...hehe

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Resumão de domingo

A rodada do Paulistão deste domingo reservava três jogos de alto nível, se julgarmos que trata-se de torneio estadual, sendo um clássico. Digo alto nível ao me referir a Bragantino x Palmeiras e Ponte x Portuguesa, por serem times das duas primeiras divisões nacionais. O clássico dispensa explicações.

Palmeiras e Braga, no entanto, foi um jogo horrível. Logo no começo, pra variar, gol da dupla de sempre. Diego mete Xavier, que marca. Pelos melhores momentos apresentados, o jogo foi aquela merda. Cada lance horrível... No começo do segundo tempo, Gilvan fez bobagem e a bola sobrou pra Robert, que não perdoou.

Marcos falhou e levou gol de falta bobo. O Braga foi apertando e conseguiu empatar, com o grande craque Juninho Quixadá, que devido a sua enorme categoria não conseguiu ser marcado e finalizou duas vezes para marcar o tento de empate aos 33 da segunda etapa. Todavia, o Verdão conseguiu forças para voltar a liderar o placar e, com gol de Lenny, que será mais que útil neste elenco alviverde, fez 3x2. Depois disso as poucas chances de gol foram alviverdes. O Braga não teve forças para reagir. E a vitória foi concretizada.

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Em Campinas, a Ponte recebeu a Lusa. O primeiro tempo foi de muita disposição, e pouca técnica. No final a Portuguesa quis enrolar e pagou por isso: levou 1x0 aos 47 do primeiro tempo. A etapa final foi o inverso. Muita correria, desta vez com chances boas de gol. Logo no começo, Héverton empatou. 1x1 era jsuto. Ironia foi que o empate veio no lance seguinte a uma bola na trave de Fabiano Gadelha.

O juiz entrou em campo com diversas lambanças. Antes da grande cagada, Gladstone mostrou todo seu potencial apontado por Luxemburgo e errou cabeçada. A redonda sobrou para Finazzi matar. 2x1. O juiz então, que já errava diversas marcações, continuou seu trabalho. Expulsou só um jogador da Portuguesa, quando devia colocar para fora o pontepretano também. Depois, Domingos, até sem maldade, deu um chute no adver´sario, e deveria se posto pra fora. Não foi. E acabou 2x1.

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O jogo da rodada, porém, foi o clássico San-São. Muita expectativa com a reestreia de Robinho, que começou no banco. O Tricolor entrou no 3-5-2, com Jorge Wágner na ala esquerda, marcelinho no meio. Os times foram bem escalados.

A maior qualidade ofensiva era santita, que logo tomou as rédeas da partida. O São Paulo buscava o contra-ataque. Jogo muito bom. Corrido. Arouca comia a bola no meio campo. Não perdia uma dividida. Ganso jogando muito bem. Neymar intimidado. Léo participativo. Destoando um discreto Marquinhos e um péssimo Rodrigo Mancha. O resto do time, jogando muito bem. No Tricolor o oposto. Mirada bem, Hernanes muito bem, Xandão idem. Washington participativo, mas sem eficiência. O Triocolor foi dominado na primeira etapa. Não por acaso.

A justiça parcial veio em penal justamente no, a meu ver,melhor em campo no primeiro tempo. Arouca sofreu pênalti. Na cobrança, Neymar deu uma paradinha espetacular. Ceni voou como se fosse um peru, e ele só tocou no canto. Golaço,e golaço desconcertante. Ceni ficou com uma cara péssima.

O segundo tempo, porém, trouxe outra cara. O Peixe voltou meio morto, devagar. O Tricolor começou a atacar mais, mesmo jogando com um a menos, Marcelinho inexistia. Robinho entrou aos 10 e gerou grande fetsa, ora dos santistas, quando ele pegava na bola, ora de Tricolores, quando era desarmado.

O panorama, entretanto, não mudou muito, com o São Paulo melhor. Roge, ele mesmo, aquele grosso incrível que não sei por que joga no Tricolor, empatou. Gol dele mais normal que 2+2=4, debaixo do gol.

O jogo ficou aberto. Robinho fez duas boas jogadas com Neymar, que mesmo em péssima tarde, jogou muita bola. Na primeira, Rogério salvou. Na segunda, a bola passou raspando. Veio a terceira. Em alnce difícil, mas de condição legal, ele recebeu cruzamento rasteiro de Wesley. E meteu uma letra no bola. Golaço. Festa do estádio. 2x1, sem maiores chances de reação.

E mais uma vez o Peixe jogou, encantou e ganhou. Se seguir assim que seja ele, Santos, o campeão estadual, até para que se valorize o futebol bem jogado.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Sobre São Paulo 3 x 0 Rio Claro

Hoje o São Paulo entrou em campo contra o Rio Claro. Quem gosta de resultado, aí vai: 3x0. Pronto, satisfeito? Agradeço a visita. Escrevo isso porque, não vi o jogo, apenas escutei trechos, mas escutei o suficiente da partida, ouvi comentário e li textos a respeito do jogo e tudo aponta para a mesma opinião que formulei ao escutá-lo: o São Paulo não fez um bom jogo.

Peraí, deixa ver se entendi. O time vai lá, depois de dois jogos sem ganhar, mete 3x0, TRÊS A ZERO, e você me diz que não jogou bem? Exatamente. Não consegue entender isso, é torcedor demais para analisar uma partida, já disse, agradeço a visita. Se sobrou algum, vou prosseguir.

Pra começo de conversa, Ricardo Gomes começa a me parecer perdido no comando do Tricolor. Não estou perseguindo o cara, vou explicar. Ele quer porque quer fazer 4-4-2. Já falei aqui, adoraria que ele conseguisse, pois jogar, e como ele tentou, com alas, volantes semi-meias, meias que são atacantes etc, é um time maravilhoso, ofensivo, até bonito. Que consiga (e torço pra isso), mas eu, sinceramente, não creio nisso. Os motivos, já externei, zagueiro, alas, mentalidade e afins.

Todavia, não é no esquema que acho que ele se perdeu. Hoje, o Tricolor começou com Rogério, González, André Dias, Miranda e Júnior César. Paremos aqui. Pra começo de conversa, já coloquei, há um erro. André Dias NÃO SABE jogar nesse esquema. Ele é péssimo. Atacante bom vai engolir o rapaz. O meia boca Marcos Aurélio do Coritiba já o fez em 2009. Aliás, chegou agora o Alex Silva, mais um zagueiro. Com Rodrigo, Renato Silva e o Pirulito, cheio de alas, RG vai seguir com dois beques?

Enfim, o motivo de eu achar que ele estar um pouco perdido, ainda não é esse. Atenção, quem jogou nas laterais? O lateral González e o (de nascença) ala, mas que pode ser lateral, Júnior César. Espera, você me reclama do esquema porque o time usa alas, não laterais, aí o time coloca dois laterais e você vê problema? Tem certeza que o RG que está perdido? Explicarei. Não é o ponto laterais/alas que o faz perdido (isto, a meu ver, o faz incorreto ao analisar o elenco, mas nunca perdido). Os amigos leitores, por um acaso divino, assistiram ao jogo entre São Paulo e Mirassol? Viram? Ótimo. Jogou o time reserva. RESERVA, logo, os utilizáveis num universo de 22 jogadores. Júnior César foi banco. González nem isso, nem relacionado entre os 29 foi. Era, portanto, o 30º do elenco. Pois bem, agora, no time titular, ele me mete os DOIS???? Não serviram pro reserva, agora servem pro titular? Não é um tanto incoerente? Sim, reconheço, sou chato. Muito chato. Escrevo sim muita bobagem, mas se isso não for incoerente, por favor, o que é? Até que o amigo leitor me prove que não foi incoerente, acharei tal medida incoerência pura.

Enfim, de qualquer modo, o Tricolor foi a campo assim. Taticamente, muito melhor, uma vez que Jean e Richarlyson no meio, fariam melhor a marcação. Hernanes ajudaria na criação. Léo Lima idem. O time passou, de ofensivo demais, a defensivo de certa forma. Mas tem um desenho bem mais de 4-4-2.

Só que, por incrível que pareça, o Rio Claro jogou melhor em grande parte do primeiro tempo. A criação Tricolor inexistia. O motivo? Simples, já escrevi, o time tem vocação e mentalidade de 3-5-2, jogando pelas ALAS. Cadê os alas então? Lá trás, esperando. Afunilou o jogo e ajudou a marcação do Rio Claro, que tem um time pra lá de medícore. Mas esse time pra lá de medícore simplesmente dominou boa parte do jogo no Morumbi. O São Paulo estava perdido em campo. Eis que achou seu gol, aos 28, com Hernanes. Futebol não tem justiça.

No segundo tempo, o São Paulo seguiu jogando relativamente mal, mas achou rapidamente seu gol, aos 10, de bola parada (e nisso não tem esquema). 2x0 e matou o jogo. No final, de pênalti, Rogério marcou.

Sim, sou muito chato com minhas análises. Reconheço. Gosto de ver essa parte chata do futebol. E desta vez, ao menos no que vi na imprensa, devo ter razão. Não vi um comentário de "o São Paulo jogou muito", pelo contrário. Ouvi muito "gostei do Rio Claro" e "o Tricolor tem muito a melhorar". O 3x0 foi conseqüencia de um time muito mais fraco. Jogando assim no Brasileiro, o Tricolor vai sofrer.

Gostaria, ainda neste tema, de compartilhar com vocês, amigos leitores, se é que alguém agüentou ler este texto até o final, pois reconheço, está pra lá de chato, a notícia sobre o jogo publicada no Globoesporte.com. Baseiem-se que trata-se de um texto jornalístico, logo, imparcial e com o mínimo de opiniões do jornalista. Quem quiser pode ler aqui: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Campeonato_Paulista/0,,MUL1460508-9839,00.html

Alguns trechos me interessam. Pra começo de conversa, o que acabei de falar neste post, sobre o time querer buscar alas, mas eles estarem atrás, porque tinham função de lateral. Assim escreve a notícia "Como os laterais Adrian González e Junior Cesar não se apresentaram para o apoio, o time, erradamente, começou forçando o jogo pelo meio, o que facilitou as coisas para a marcação do adversário". Simplesmente resume o que acabei de escrever, corroborando até no que falei sobre facilitar a marcação.

Não só isso. O escrito ainda traz "Nos poucos lances em que o Rio Claro atacou, ficou visível a dificuldade da recomposição defensiva do Tricolor". o que vivo falando sobre ESSA defesa no 4-4-2. Miranda não é problema, joga em qualquer um. Mas o André... O Rio Claro atacou pouco, mas quando o fez, levou perigo.

Por fim, ainda na notícia está escrito "No 3-5-2, o time melhorou em campo" Será que eu, alguma vez falei sobre isso? Sobre mentalidade do time de 3-5-2? Acho que já.

Em suma, posso estar bem errado nas minhas opiniões, mas alguma razão devo ter, pois o jornalista Marcelo Prado, autor da notícia, concorda bem com minhas colocações. Não devo estar tão errado assim...

Agradeço aos que agüentaram ler, se houve alguém.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

São Paulo na final

O ultra-favorito e "mandante" contra a zebra do torneio e "invasor". São Paulo contra Juventude. Era essa a primeira semi-final da Copinha. Era o Juventude também a única possibilidade de não termos uma final paulista na segunda (quase escrevi domingo....hehe), dia 25, como é tradicional por ser aniversário da cidade.

Engana-se, porém, quem pensa que o São Paulo atropelou. Começou melhor a atacando, mas não criou muito. Aos poucos o Juventude começou a tomar conta das ações, lá para os 25 do segundo tempo.

Ironia, porém, que justamente quando o Juventude estava melhor, em um contra-ataque, veio pênalti para o São Paulo, que Zé Victor converteu. 1x0. Absolutamente comum no futebol. Já cansei de ver time jogar melhor e perder. Que dirá em um simples momento do jogo, como foi o Juventude. O final do primeiro tempo foi esse, sem maiores chances de gol.

O segundo tempo prometia, mas qualquer espectativa se foi aos 3 minutos, quando o São Paulo fez 2x0. A partir daí foi ver o jogo passar e a classificação do São Paulo, enfim, se concretizar. O Tricolor espera agora por Palmeiras ou Santos, que se enfrentam amanhã.

O Tricolor, que já venceu o torneio em 93 e 2000, tenta agora o tri.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

São Paulo B empata no final

Ricardo Gomes, além da necessidade de fazer um 4-4-2, trouxe a frescura europeia. E por tal razão, querendo evitar contusões no segundo jogo do time, escalou os reservas contra o Mirassol. Brincadeiras à parte, tem motivo. Caldo de galinha e cautela não faz mal à ninguém. O Santos já teve Geoge Lucas machucado. A equipe sentiu falta dos titulares. O começo de jogo foi só Mirassol. Na base da pressão, aos 7 minutos, Evando tocou e fez 1x0. O mesmo Evando que ano apssado jogou por Avaí e Ponte Preta.

Depois dos 10 minutos, o Tricolor começou a se achar em campo. O jogo ficou mais equilibrado. Porém, muito pouco se criou. E dos dois lados. 1x0 mostrava bem o primeiro tempo: um jogo equilibrado em que um começo desencontrado fez a diferença.

No segundo tempo, o jogo seguiu assim por boa parte. Equilibrado. Chance para o Mirassol, o São Paulo respondia. Porém, aos poucos o Mirassol, depois de perder boas chances de matar o jogo, foi cedendo espaços ao São Paulo, que cresceu. Pintado cagou, tirou centro-avante e pôs volante. Tirou meia ofensivo e meteu beque. Um convite. O castigo, merecido, veio. Richarlyson empatou. A comemoração foi ridícula, mas o gol foi bonito. 1x1 fez justiça ao que foi o jogo.

Carlinhos Paraíba fez péssima estreia. Errou quase tudo que tentou. Na marcação, não foi mal, porém seu setor não era dos mais difíceis de se passar. No mais, o time foi muito mediano. Não podemos julgar um time reserva. O 4-4-2 foi mais sólido, mas é sempre bom lembrar, não questiono o esquema num Paulistão, mas na Libertas e no brasileiro. O time fica exposto. E ontem a marcação foi melhor. Os volantes eram mais marcadores, o esquema não era a várzea que foi no domingo.

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No mesmo horário o Corinthians bateu o Bragantino por 2x1. Pra variar, o Braga fez jogo duro, como é tradicional dos times de Marcelo Veiga. A vitória, com Ronaldo e Roberto Carlos em campo, veio garantida, como cansamos de ver em 2009, pelo craque tático do Corinthians: Jorge Henrique. E me arrisco a dizer que, no Corinthians, o único que não pode ficar fora do time é ele.

Pela Copinha...

O jogo mais aguardado das quartas-de-final da Copinha SP de juniores era, sem dúvidas, o São Paulo x Cruzeiro. Até mesmo pela tradição das duas equipes nas categorias de base. Sempre revelam bons jogadores.

As escalações já possuíam atletas que alguns podiam conhecer. Bruno Uvine e Zé Victor, salvo engano de quem vos escreve, jogaram a Copinha ano passado pelo Tricolor. Pelo Cruzeiro, destaque para Dudu, o camisa 10 que chegou a fazer jogo entre os profissionais, também salvo engano, numa vitória do Cruzeiro por 1x0 diante do Avaí (gol de pênalti, relate-se).

Porém, toda expectativa deparou-se com um jogo à la Europa: muita preocupação tática, muito toque de lado. O Tricolor buscando mais o gol, a Raposa querendo contra-atacar. Um chute logo a dois minutos aparentou bom jogo, mas não foi o que se viu. Muita marcação, pouca criação.

Eis que um jogador Celeste machuca-se. Em seu lugar entra Thiaguinho. O jogo, que estava monótono e chato, muda de figura. Nos minutos que sucederam a alteração, só deu Cruzeiro. Até o pênalti do bom zagueiro Bruno Uvine. Dudu converteu. 1x0.

O Tricolor, que até então só metera 4 ou 5 nos rivais e sempre saindo na frente, vivia situação inédita. Porém, não tardou a empatar. Aos 42, Jefferson deu um tapa ótimo por cima do goleiro, a bola, por azar, pegou na trave, mas voltou para Roni empatar. 1x1, e intervalo.

O segundo tempo foi um pouco melhor. O tempo passava e os times se abriam. O jogo ficou interessante taticamente. Não tinha meio-de-campo. Tinham defensores e atacantes de um lado e de outro. No meio, um deserto. O time que tomasse conta dali venceria o jogo. Mas ninguém quis mudar.

Éber, oito do Cruzeiro, era, a meu ver, o destaque. Ótimo jogador, aparecia em todo lugar do campo. Ele, Dudu e Thiaguinho poderiam desequilibrar para o time mineiro. O São Paulo tinha três, Zé Victor, que não estava em seus dias mais inspirados, Marcelinho e Lucas Gaúcho.

Éber desequilibrou para o Cruzeiro. Fez fila e caiu dentro da área. O juiz errou e não marcou nada. A falta foi fora da área, mas ocorreu. O destino é cruel e, no lance seguinte desta falta, Marcelinho encheu o pé e desequilibrou para o Tricolor. 2x1.

A Raposa tentou de qualquer forma empatar, mas barrou no arqueiro Tricolor. Fim de jogo. Semi 1 definida, São Paulo x Juventude.

A outra será entre Santos, que bateu o Paulista por 3x1, e o Palmeiras, que enfim tem um bom time na base e bateu a Portuguesa por 4x2 num jogaço de bola. Ou seja, um paulista garantido na final.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Estreia clássica

Agora sim, escreverei sobre o jogo da rodada, São Paulo e Portuguesa, o mais atraente pré e pós jogo. Pré por razões óbvias. Era o grande clássico da primeira rodada do torneio, e, a julgar pelos times, o jogo mais aguardado também, seguido de Ponte e Santo André. Há quem não julgue clássico, enfim, fica por conta do leitor.

O professor Ricardo Gomes começou cagando geral. Fez o que queria ano passado, mas não conseguiu, e o que eu tanto alertei que não pode ser feito por questões óbvias. Meteu o time no 4-4-2. A tática é importante no futebol, para alguns é chatice, pra outros modo de exibir conhecimentos da bola, em geral errôneos. Enfim, mas ela é importante.

Várias vezes já me perguntaram em rodas de discussões de futebol, qual seria meu esquema preferido. O amigo leitor pode até ter tal esquema predileto, mas isso pensando numa seleção. Num clube, não rola. Deve-se saber ver o que o time, o que o elenco apresenta.

Claro que um 4-4-2 é mais vistoso que um 3-5-2, RG via isso na França. Todavia, existem vários motivos deste elenco que não permitem este uso. Primeiro e mais importante, pelo simples fato do time estar jogando num esquema há três anos, e sendo vitorioso no período. Segundo porque tem um André Dias, que se é um dos melhores do país com 3 zegueiros, é trágico num 4-4-2. Renato Silva também é melhor com 3 zagueiros. Terceiro lugar, e mais importante de tudo: alas.

Para montar um 3-5-2, ao contrário do que se pensa, o primordial não é ter 3 bons zagueiros, e a imprensa mostra todo seu conhecimento futebolístico na coletiva do Muricy ao perguntar por ESTE motivo. O que faz este esquema é a presença de alas. Porra, Armero e Figueroa não são. Eles são laterais. Não adianta, 4-4-2 e Léo, Maurício ou Danilo que conheçam o banco (o que aliás é bom, ter reserva à altura do titular...). O Tricolor tem problema oposto. Só tem alas. Jean é meia, Júnior César não sabe marcar. Meu, qual a dúvida no esquema?

Agora, pior que mudar o esquema para 4-4-2 é o que fez o seu Ricardo Gomes. Pelamor, montou um esquema de várzea. Maravilhoso para se colocar no video-game, nos sonhos. Time ofensivo ao cubo. Mas... Percebam. Pra começo de conversa, dois zagueiros, com André Dias. Depois, de laterais, Jean e Jorge Wágner (!!!!!!!!!!!), cuja função já foi até de meia-armador, quase atacante. pra piorar, no meio, só Richarlyson marcando. Léo Lima e Hernanes saindo. Marcelinho e Dagoberto. Porra, ofensivamente uma beleza. Mas e a defesa? Rogério, bem como Marcos, não é santo. Bom avisar ao RG.

Pois bem. Por sorte do Tricolor, a Lusa começou com medo, muito atrás, nem contra-atacava direito. Resultado: foi dominada, não saía de trás. Lógico, se só atacava, o São Paulo não tinha problemas. Para atacar o time está bom. Um penal mal marcado poderia ter facilitado as coisas, mas foi desperdiçado. Mesmo assim, Paraíba fez um golaço.

A Lusa, no segundo tempo, resolveu jogar. E sem dificuldades encontrou espaços na aberta defesa são paulina. Fez um, dois, três. Poderia ter feito 4, 5. Vitória justa. E esperada.

Não é impossível mudar o esquema são paulino, porém, até isso acontecer, pelas peças que se tem e pela paciência do futebol brasileiro com treinador, RG já será um novo desempregado do país...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O São Paulo 2010

O Tricolor, ao menos nos últimos anos, foi visto e tido como o time de melhor elenco. Todavia, era grande a insatisfação interna com o elenco atual. Exigia-se renovação. Ela veio, do melhor modo possível: apenas uma perda, e nem esta deve ser muito considerada. Além disso, choveram contratações.

Pra quem não gosta de julgar e apenas quer fatos, três atletas deixaram o Tricolor paulista neste ano. Um deles, o Saavedra, nem preciso comentar. Nem lembro se jogou neste ano que passou. Outro, o Hugo, é um grosso que dá sorte marcando gols, a maioria sem querer, e em times pernambucanos, e é sempre bom lembrar, não temos nem Náutico, nem Sport pro São Paulo em 2010. Muito menos Santa Cruz. Resumindo, foi tarde.

Por fim, a maior perda, o Borges. O atacante tem ótimo nível técnico, sabe prender a bola como poucos. Todavia, nos últimos tempos tem causados problemas demais no extra-campo, especialmente por críticas pela imprensa. Em suma, as três perdas podem ser relevadas. E principalmente porque houve compensação com outras contratações, até melhorando o nível do elenco.

Na zaga, não bastasse ter ótimos jogadores, vieram mais dois. Para fazer número. André Dias só serve pra esquema com três zagueiros (e concordo que neste caso serve bem demais), e ainda já se tem Miranda, que dispensa apresentações, e Renato Silva, que se não é espetacular, pode ser um bom zagueiro. Rodrigo estava para sair, mas até agora nada, e é outro bom beque.

Chegaram para completar estes o promissor Xandão, que está para estourar há uns dois ou três anos, porém sem ter oportundiade ainda (foi bem no Barueri) e André Luís, um grossão louco que não sei o que deu no SPFC para contratá-lo. Isto sem dizer que o clube sonhava ainda com a volta de Alex Silva. Resumo da ópera: saiu Muricy, entrou o "Joga 'bunito'" Ricardo Gomes, mas o Tricolor segue cheio de beques.

Todavia, se atrás já se tem qualidade e veio a quantidade, não se pode dizer o mesmo nas alas. Nem tanto na esquerda, pois Júnior César vai muito bem no 3-5-2 e fez ótimas partidas na reta final do nacional, parecendo se encontrar. Além disso, o time ainda tem um lateral excepcional na sua base, o Diogo. Este, contudo, parece estar tentando sair do mesmo jeito que tenta o Oscar. Será uma grande perda. Já na direita, o carma Tricolor há anos já, nenhum reforço. E pelo andar da carruagem, o jeito será seguir no improviso. Jean deve continuar por lá.

No meio campo, muito reforços. A equipe já tem ótimos volantes, tais como o próprio Jean, Hernanes, o polivalente Richarlyson. Veio Léo Lima. Um bom jogador, que tem boa qualidade, contudo é morto demais em campo. Deve ser reserva.

Do Coxa vieram dois jogadores ofensivos, a dupla paraibana. Carlinhos é ótimo jogador e deve ser o tão sonhado camisa 10 do São Paulo. Meia armador, sabe jogar. Marcelinho também sabe armar e criar, porém, até pela idade, deverá jogar mais avançado.

Por fim, o Tricolor também contratou a grande revelação de 2009: Fernandinho, ótimo jogador, rápido e driblador. A dúvida é se ele seguirá no nível do Barueri. Nem digo pelas contusões recentes, mas pelo fator time grande.

Longe de mim pensar em peso de camisa, isso é bobagem pra casos que não deram certo. Quem assitiu a jogos do time de Barueri, agora em Presidente Prudente, sabe que ele lembra muito um ponta, daqueles que ficam no canto do campo e adoram fazer jogadas de linha de fundo. Só que no Barueri, além de ser a estrela do time, ele não tinha muito que marcar, nem possuía concorrência, era titular absoluto. No São Paulo, além de ter que marcar, será apenas mais um, hoje inclusive, apenas uma aposta e, a meu ver, reserva. O tempo responderá a essa parágrafo.

Pensando nas possibilidades de escalação, creio que RG não poderá fugir do 3-5-2 muriciano. Não poderá fugir porque tem um André Dias ótimo no esquema, mas péssimo em outro que não com 3 beques, não poderá porque tem um ala esquerdo que não sabe marcar muito bem e adora apoiar, não poderá porque na ala direita tem um meia improvisado, e não poderá, finalmente, porque tem um camisa 10 que funciona melhor jogando sozinho, recebendo apoio de volantes que saibam sair pro jogo e de um Marcelinho Paraíba voltando.

Enfim, fosse eu o RG, escalaria assim o SPFC 2010:

Rogério Ceni; André Dias, Miranda e Rodrigo; Jean, Léo Lima, Hernanes, Carlinhos Paraíba e Júnior César; Marcelinho Paraíba e Washington.

O time pode parecer ofensivo nos volantes, porém, creio que é possível tal esquema pelo fator Jean e pela zaga forte.

O problema: o que fazer com Richarlyson, Dagoberto e Fernandinho? Ótimos reservas, mas será que aceitarão, especialmente o reclamão Dagoberto?

Eis o Tricolor 2010, um dos mais fortes no cenário ancional, meu favorito pra tudo neste ano: Paulista, libertaodres e Brasileiro.

domingo, 13 de setembro de 2009

Outra atuação fraca

Depois de uma semana de eliminatórias, volta o campeonato nacional. E na volta já dois jogaços. Um, Inter e Cruzeiro, outro, Vitória e Palmeiras.

O Vitória é muito forte no Barradão. Tirando o fato de ser freguês do São Paulo, o time é quase imbatível no Barradão. Só perdeu do Tricolor paulista em todo campeonato. A idéia palmeirense era colocar a segunda derrota na conta. O problema principal, além das dificuldades de pegar um Vitória sempre muito difícil na Bahia, era a ausência do Diego Souza, um dos melhores do certame. Ele não tem substituto. Isso sem falar que o Vitória gosta de complicar o Palmeiras. Meteu 7x2 em pleno Palestra em 2002, rebaixou o time em 2001.

Na escalação lá vou eu reclamar. Devo ser muito burro, mas não entendo por que não jogar pra frente. Se é pra perder, que perca atacando. Nesse campeonato é melhor ganhar uma e perder duas que empatar três. Parece que Muricy não sabe disso. Gosta de retranca, joga para não perder, contradizendo seu próprio discurso de que time que quer ser campeão tem que ganhar jogo fora.

Hoje, mais uma vez, errou na escalação. Colocar Marcão já diria isso. Os amigos sabem o que penso de Wendel e Armero. São ótimos laterais. LATERAIS. Até acho uma frescura isso. Lateral tinha que saber marcar e defender, mas hoje não é assim: ou um ou outro. Ambos são laterais. Logo, com três zagueiros, o Palmeiras perderia o meio de campo. Cleiton ficava só na armação. presa fácil para Uelinton marcar.

O JOGO

O começo do Palmeiras foi razoavelmente bom, pressionando a zaga do rubronegro. Porém, logo o Vitória tomou conta do jogo. Roger meteu uma bola na trave. O Palmeiras com um 5-3-2, que às vezes tinha seis atrás pelo posicionamento de Edmílson permitiu amplo domínio do meio campo por parte do mandante. O gol não demoraria a sair, porém, saiu do jeito mais "difícil": bola parada com falha do grande Marcos, que estava um tanto estranho. Ele tirou mal e a bola sobrou para Uelington, cuja função-mor era marcar, que sem querer fez 1x0.

O Verdão, que já estava mal, perdeu-se por completo. Neto Berola se mostrou um ótimo jogador. Muito habilidoso, e dribles curtos, e o principal: é objetivo. Não é um Dentinho, do Corinthians, que dribla para a torcida. Ele sozinho amarelou toda defensiva alviverde. Cai demais, verdade, mas foi muito bem. Numa saída errada da zaga por pouco não saiu o segundo.

Perdido em campo, o alviverde era amplamente dominado. Nada fazia, enquanto que o rival criava boas chances. Muitas na bola parada, porém, várias chances. Como quem não faz, toma, Robert fez o gol de empate. Completamente sem merecimento, o Vitória dominava o jogo. Injusto não, pois não houve erro de arbitragem.

No segundo tempo o jogo era muito varzeano. O Vitória atacava com uns seis, sete. Deixava tudo aberto atrás. Todavia, o Palmeiras não aprendeu ainda como se contra-ataca. Um abre na direita, um na esquerda e vambora. Não, o alviverde não aproveitou nenhuma chance. Especialmente por uma tarde infeliz de Vágner Love, que errou diversos passes e mais caía que jogava.

E justamente nessa tarde infeliz, Love perdeu uma bola no ataque, que resultou em um ótimo contra-ataque baiano. A zaga do Palmeiras ficou assistindo a bola rodar pra lá, pra cá e a bola sobrou para Neto Berola, que fez mais um para o Vitória.

O Verdão se perdeu totalmente em campo e logo o Vitória chegou ao terceiro gol. Mais uma vez com a zaga perdidinha, assistindo tudo. Ninguém marcando. No final ainda teve uma reação, com outro gol de Robert. Mais para dar emoção que por qualquer merecimento. Ortigoza ainda perdeu um gol incrível.

No final, se querem saber, achei ótimo o resultado. Muricy tem que aprender a jogar pra frente. Em determinado moemnto podia colocar o Sacconi, pôs outro volante: Sandro Silva. Aí não ganha mesmo.

E cada vez mais creio que vou acertar outra vez meu palpite de campeão. E será o São Paulo (como já escrevi lá em junho). O Palmeiras, os amigos sabem, não coloco fé. Nenhuma fé. Nem na liderança sobrando coloquei como favorito, por que o faria agora? E o Inter é o que digo: time amarelão. Quando depende só dele, entrega. Perdeu do Cruzeiro. É verdade que o Palmeiras tá num rabo do tamanho do mundo, mas não creio em nada melhor. É verdade também que o discurso palmeirense após o jogo lembra muito o São Paulo pós-Atlético. Mesmo assim, não acho que o Palmeiras será campeão. E continuo cravando São Paulo seco.

sábado, 12 de setembro de 2009

Vitória Tricolor

Exluindo o Inter por um instante e focando em Palmeiras e São Paulo, hoje começou a dupla rodada que tem enormes chances de colocar o São Pualo na frente do alviverde. O Palmeiras tem duas pedreiras: Vitória e Cruzeiro, ambas fora. Já o Tricolor duas babas: Avaí (que se não é nenhuma procaria, não é time para se perder pontos em casa) e Santo André.

A primeira etapa do "meu" favorito ao título era hoje. Contra o Avaí, um jogo com alguma polêmica. Dois gols anulados, os dois mal anulados. Ora, um para cada lado, deu na mesma. Não, não deu "na mesma", afinal, um gol muda tudo, mas ficou "equilibrado". E mais: a culpa, no caso, foram dos bandeiras, não do Vuadem. O erro de Vuadem foi não ter expulsado Dagoberto, que deu no zageuiro do Avaí. Nenhuma novidade. Há quem ache Dagoberto santo. Pura cegueira. É do nível do Kléber (do Cruzeiro), só que ele sabe bater escondido, enquanto que o jogador Celeste não: dá para todos verem.

O jogo foi bem fraco, sem muitas chances de gol. O Tricolor foi bem nos primeiros minutos, porém depois parou. Deu "sorte" de conseguir um gol no começo da segunda etapa, o que deu tranqüilidade. O atacante Roberto teve boa chance para empatar, mas deu azar e bola passou raspando. No fim do jogo, o São Paulo matou o jogo com Hugo, numa gafe monumental de Rogério Assis pela JP: ele anrrou gol de Borges, quando o avante já estava no banco...

O jogo foi muito corrido, mas fraco tecnica e plasticamente. Tanto que Eduardo Martini fez apenas uma defesa, enquanto que Rogério praticamente só assistiu.

O Tricolor encosta no líder Palmeiras e no vice-líder Inter. Porém, para tal precisa de tropeços de seus rivais neste domingo. Caso vençam seus jogos, a distância permanece. O que tem mais chances de tropeçar é o Palmeiras, pois tem um jogo mais difícil. Todavia, nessas horas que se vê até onde vai um time, e eu acho que esse vai para a Libertadores, continuando não acreditando em título.

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E já que falei em Palmeiras...

O alviverde tem um sério desfalque: Diego Souza. Apesar de sua importância inegável, da última vez que ele não jogou o Palmeiras foi bem. O duelo foi diante do Coxa. O Palmeiras perdeu, verdade. Mas quem disse que eu analiso resultado? O Verdão jogou bem, mas não matou. E tomou um gol num pênalti ridículo aos 46 do segundo tempo.

Parece que Jefferson pode entrar. Aleluia! O rapaz não jogava nem a pau, Muricy preferia o (Meu deus!) Marcão. Um avanço, muricy. Um avanço.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

RG ganhou o jogo?

Impressionante como resultado define opiniões na imprensa. Cansei de ouvir que Ricardo Gomes ganhou o jogo contra o Cruzeiro. Sendo eu alguém que é 100% contra colocar vitória na conta de técnicos, fui obrigado a refletir esse pensamento que ecoou na minha segunda-feira.

Ora, antes de mais nada, Ricardo Gomes, se teve algum mérito, foi o da sorte. Não sei o que ele disse no intervalo, mas por muito pouco não perdeu o jogo. O São Paulo voltou incrivelmente apático e tomou blitz do Cruzeiro.

Tá certo, ele colocou o autor de dois gols para o Tricolor. Fato, não dá para negar. poderia dar-lhe mais méritos do que a simples sorte fossem esses gols de jogadas dele, que ele alterou na entrada dos atletas.

Nada disso. Um gol foi um chute horrível e que o goleiro Fábio tomou um frango que há tempos não tomava. Depois um lançamento - coisa que não precisa de alteração- e Borges só completou. Peraí, como que RG ganhou o jogo?

E outra: quem ganha é jogador. Se Dagoberto não corre, se Marlos não chuta, se Borges não aparece, de nada adianta o "vencedor" Ricardo Gomes, que no máximo AJUDOU o São Paulo a ganhar.

domingo, 6 de setembro de 2009

Jogo Duro

Tem jogos que eu adoro assistir. São aqueles que confirmam algumas de minhas opiniões, quase que teses acerca do futebol. Por exemplo: quarta-feira o Santos jogou com sabedoria e perdeu. Lá vou eu criticar a "sabedoria". Pois bem, o jogo do São Paulo contra o Cruzeiro no Mineirão foi mais um desses jogos.

O primeiro tempo foi muito fraco. O São Paulo teve mais posse de bola, mas as melhores chances foram do time Celeste. Eis que numa saída de bola, Diego Renam recupera, põe na frente e vai buscar para fazer o gol. 1x0.

No segundo tempo o São paulo voltou perdidinho, perdidinho. Só dava Cruzeiro, que perdeu pelo menos cinco gols feitos. Ricardo Gomes colocou Marlos, que fez o primeiro. Depois colocou Borges. A zaga falhou, Dagoberto, muito mal no jogo até então, evitou a saída da bola e Borges completou.

Duas das teses envolvem-se aqui.

A primeira é sobre injustiça. Fosse o futebol boxe, venceria o Cruzeiro sim. O São Paulo chutou, quando muito, três bolas ao gol, fez dois. Injusto? De jeito nenhum. O Cruzeiro que tivesse mais competência. No jogo eu cantei pro meu irmão: o Cruzeiro tá perdendo gol demais, depois vai tomar um e se fuder. Injusto seria se houvesse erro da arbitragem. Não houve. O São Paulo colocou mais bolas na rede e assim ganhou merecidamente.

A outra é de que técnico não ganha jogo. Muitos dirão que Ricardo Gomes ganhou o jogo hoje. Não acho. Sim, ele teve méritos em colocar dois jogadores observando bem o jogo. Porém, ele ajudou a ganhar. Nada adiantaria colocar o Marlos se o atleta entrasse sem vontade. O que fez o Ricardo foi tentar algo. Se daria certo, só com o jogador. Coube ao RG torcer.

E segue o São Paulo na briga. Uma derrota hoje seria trágica. O Tricolor sentiu falta de armação. Hoje deu até certa sorte (que nada mais é que uma implicância da competência), mas isso não importa. O que importa são os três pontos.

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Na Ressacada o Inter voltou a encantar e bateu o Avaí por 2x0. O Colorado jogou bem, tocando a bola de forma até vistosa. Eller fez 1x0. No final do primeiro tempo, Índio foi expulso. Mesmo assim só deu Inter no segundo tempo que chegou com justiça ao segundo gol. O Avaí foi irreconhecível e jogou muito mal. E segue a mil a briga pelo título e por rebaixamento. Que campeonato!