Toda decisão tomada gera consequências. Sem exceção. Mesmo aqueles meros "cinco minutinhos" a mais na cama, vez que você chega cinco minutos mais tarde no trabalho, cruza com pessoas diferentes e por aí segue.
A CBF tomou uma decisão e unificou títulos ates de 1971 como de tpitulos de campeão brasileiro, decisão essa já discutida por aqui. Agradou a uns, desagradou a outros. Impossível agradar a gregos e troianos, especialmente no futebol.
Só que não pode dar a mão que nêgo já quer o braço... Menos de uma semana depois da oficialização desta unificação, já tem mais gente querendo unificar títulos.
O Santos busca fazer uma Recopa como Mundial. Já existia o Palmeiras querendo tornar Taça Rio um Mundial Interclubes. Agora tem uma Portuguesa querendo reinivindicar Rio-São Paulo.
Buscar o passado e valorizá-lo é válido. Não se pode apenas sair transformando qualquer título desesperadamente. Porque, ao persistir desta maneira, título da Copa Kaiser vai valer como campeonato brasileiro...
E desta forma, vai ficando uma zona. O futebol brasileiro já não tem lá grande organização como marca, com esse leilão de títulos então...
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Mais Polêmica
Futebol e polêmica se amam. Incondicionalmente. Especialmente no Brasil, onde a Confederação Brasileira de Futebol, trata de conseguir cada vez mais e mais polêmicas na figura do seu adorado presidente Ricardo Teixeira.
E, claro, esta não podia sair da mídia com o término do campeonato nacional... Veio com uma bomba em plena segunda-feira. E mexeu em uma das áreas mais polêmicas do nosso futebol: a questão dos títulos pré 1971, quando definitivamente começou o que se chama de Campeonato Brasileiro de Futebol.
Não vou discutir a questão se é certo ou errado. É mero ponto de vista. E muitas vezes, para não dizer quase sempre, ponto de torcida. Parece-me certo que o campeonato nacional de anos anteriores, como também que a fórmula era completamente diferente, visto que havia influência dos campeonatos estaduais...
Em se tratando de futebol, esporte cuja emoção é aspecto dominante, a polêmica dobra. Facilmente, santistas e palmeirenses vão defender a adoção da medida, visto que seus times saem beneficiados como os grandes campeões. Por sua vez, são paulino e flamenguistas terão ponto de vista contrário, vez que seus clubes saem "prejudicados".
E essa polêmica será eterna... É time A x time B. Emoção x razão. Os mais saudosistas ainda vão afirmar que é justo reconhecer nomes do passado que tanto brilharam... Também não é por aí. Nesse caso seria mais interessante que os próprios torcedores e clubes valorizassem mais.
A medida adotada pela CBF é polêmica, vai dividir opiniões, como dito. Só é curioso pensar na questão de 1987, o polêmico 1987. Porque um dos problemas era que um ano não poderia ter dois campeões... Mas em 1967, o Palmeiras tem dois títulos brasileiros a partir de agora. E aí?
E, claro, esta não podia sair da mídia com o término do campeonato nacional... Veio com uma bomba em plena segunda-feira. E mexeu em uma das áreas mais polêmicas do nosso futebol: a questão dos títulos pré 1971, quando definitivamente começou o que se chama de Campeonato Brasileiro de Futebol.
Não vou discutir a questão se é certo ou errado. É mero ponto de vista. E muitas vezes, para não dizer quase sempre, ponto de torcida. Parece-me certo que o campeonato nacional de anos anteriores, como também que a fórmula era completamente diferente, visto que havia influência dos campeonatos estaduais...
Em se tratando de futebol, esporte cuja emoção é aspecto dominante, a polêmica dobra. Facilmente, santistas e palmeirenses vão defender a adoção da medida, visto que seus times saem beneficiados como os grandes campeões. Por sua vez, são paulino e flamenguistas terão ponto de vista contrário, vez que seus clubes saem "prejudicados".
E essa polêmica será eterna... É time A x time B. Emoção x razão. Os mais saudosistas ainda vão afirmar que é justo reconhecer nomes do passado que tanto brilharam... Também não é por aí. Nesse caso seria mais interessante que os próprios torcedores e clubes valorizassem mais.
A medida adotada pela CBF é polêmica, vai dividir opiniões, como dito. Só é curioso pensar na questão de 1987, o polêmico 1987. Porque um dos problemas era que um ano não poderia ter dois campeões... Mas em 1967, o Palmeiras tem dois títulos brasileiros a partir de agora. E aí?
sábado, 8 de maio de 2010
1x0 suado
E começou hoje o campeonato brasileiro da primeira divisão. O Palmeiras estreou em casa, diante do Vitória. E mais uma vez provou que Zago não pode ser seu técnico. O rapaz está perdidinho. Marcos Assunção, que até então era o titular absoluto, foi para o abnco, e Márcio Araújo, que vinha jogando de lateral, voltou para o meio. Se o cara é volante e tá na lateral, devo entender que ele não é o titular no meio, mas enfim...
A verdade é que o jogo foi muio fraco. No primeiro tempo, quase nada de emoção. Léo teve uma chance aqui para o Palmeiras, Júnior teve outra acolá para o Vitória. Nada de assustador. O empate por 0x0 era merecido.
No segundo tempo o panorama seguiu o mesmo por boa parte do tempo. Um Palmeiras tocando bola, mas chegando sem grande perigo. A equipe não mostrava grande criatividade. Quando as teve esbarrou na grande barreira que tinha, o seu centro-avante, Robert.
Primeiro o rapaz perdeu um gol com goleiro batido na pequena área, daqueles que posse um poste atacando, faria o gol. Logo a seguir, pênalti claro em Ewerton (o mesmo que já dera o gol perdido anteriormente). Expulsão justa do baiano. Aí veio A cagada.
Robert pode ser ruim, grosso, mascarado, chato, o que for, mas era pênalti. Não tem a ver com posicionamento, com treino tático nem caralho a quatro. Era um pênalti. Um chute sem marcação. O Palmeiras perdera quatro. O que deve-se entender? Não tinham cabeça. Pênalti é calma, consciência. E definitivamente, ainda mais com o gol perdido, Robert não tinha cabeça. Mesmo assim foi ele o eleito por jogadores do Verdão para bater. Só que está errado. Faltou o técnico de peito para barrar. Claro, ia dar merda. Ele perdeu.
Logo em seguida, Zago fez o favor de tirá-lo. O time empata em 0x0 com um time mediano, jogando na sua casa. Faltam 20 minutos, ele, corretamente, coloca um centro-avante, mas me tira o outro? Por que não deixar os dois? Não bastasse o medo, ainda cometeu outro erro. Tirar Robert era encessário, ele não tinha condições mentais de seguir no jogo, mas logo na sequencia do penal fez com que a torcida o matasse de vez em vaias (justas, diga-se).
Só vale lembrar que a torcida é culpada disso. Sim, isso mesmo, a culpa é da torcida. Robert era para ser descartado, mas renovou de última hora porque um centro-avante saiu brigado (Obina) e o outro APANHOU da torcida. Sobrou Robert. Por pior que estivesse o Love, melhor que o Robert ele é, e com sobras.
Enfim. Pouco depois Zago se tocou que não estava no São Caetano, tirou um volante e meteu outro avante. E assim veio o gol, de Lincoln, o melhor em campo. 1x0. Não merecia mais que isso. O Vitória nem nos acréscimos chegou. 1x0 o placar perfeito. 1x0 suado, como deverão ser as poucas vitórias do Palmeiras no certame.
Mas não pensem que o time vai embalar, porque é daí pra pior. A sorte alviverde é que teremos parada para a Copa do Mundo...
A verdade é que o jogo foi muio fraco. No primeiro tempo, quase nada de emoção. Léo teve uma chance aqui para o Palmeiras, Júnior teve outra acolá para o Vitória. Nada de assustador. O empate por 0x0 era merecido.
No segundo tempo o panorama seguiu o mesmo por boa parte do tempo. Um Palmeiras tocando bola, mas chegando sem grande perigo. A equipe não mostrava grande criatividade. Quando as teve esbarrou na grande barreira que tinha, o seu centro-avante, Robert.
Primeiro o rapaz perdeu um gol com goleiro batido na pequena área, daqueles que posse um poste atacando, faria o gol. Logo a seguir, pênalti claro em Ewerton (o mesmo que já dera o gol perdido anteriormente). Expulsão justa do baiano. Aí veio A cagada.
Robert pode ser ruim, grosso, mascarado, chato, o que for, mas era pênalti. Não tem a ver com posicionamento, com treino tático nem caralho a quatro. Era um pênalti. Um chute sem marcação. O Palmeiras perdera quatro. O que deve-se entender? Não tinham cabeça. Pênalti é calma, consciência. E definitivamente, ainda mais com o gol perdido, Robert não tinha cabeça. Mesmo assim foi ele o eleito por jogadores do Verdão para bater. Só que está errado. Faltou o técnico de peito para barrar. Claro, ia dar merda. Ele perdeu.
Logo em seguida, Zago fez o favor de tirá-lo. O time empata em 0x0 com um time mediano, jogando na sua casa. Faltam 20 minutos, ele, corretamente, coloca um centro-avante, mas me tira o outro? Por que não deixar os dois? Não bastasse o medo, ainda cometeu outro erro. Tirar Robert era encessário, ele não tinha condições mentais de seguir no jogo, mas logo na sequencia do penal fez com que a torcida o matasse de vez em vaias (justas, diga-se).
Só vale lembrar que a torcida é culpada disso. Sim, isso mesmo, a culpa é da torcida. Robert era para ser descartado, mas renovou de última hora porque um centro-avante saiu brigado (Obina) e o outro APANHOU da torcida. Sobrou Robert. Por pior que estivesse o Love, melhor que o Robert ele é, e com sobras.
Enfim. Pouco depois Zago se tocou que não estava no São Caetano, tirou um volante e meteu outro avante. E assim veio o gol, de Lincoln, o melhor em campo. 1x0. Não merecia mais que isso. O Vitória nem nos acréscimos chegou. 1x0 o placar perfeito. 1x0 suado, como deverão ser as poucas vitórias do Palmeiras no certame.
Mas não pensem que o time vai embalar, porque é daí pra pior. A sorte alviverde é que teremos parada para a Copa do Mundo...
sábado, 12 de setembro de 2009
Vitória Tricolor
Exluindo o Inter por um instante e focando em Palmeiras e São Paulo, hoje começou a dupla rodada que tem enormes chances de colocar o São Pualo na frente do alviverde. O Palmeiras tem duas pedreiras: Vitória e Cruzeiro, ambas fora. Já o Tricolor duas babas: Avaí (que se não é nenhuma procaria, não é time para se perder pontos em casa) e Santo André.
A primeira etapa do "meu" favorito ao título era hoje. Contra o Avaí, um jogo com alguma polêmica. Dois gols anulados, os dois mal anulados. Ora, um para cada lado, deu na mesma. Não, não deu "na mesma", afinal, um gol muda tudo, mas ficou "equilibrado". E mais: a culpa, no caso, foram dos bandeiras, não do Vuadem. O erro de Vuadem foi não ter expulsado Dagoberto, que deu no zageuiro do Avaí. Nenhuma novidade. Há quem ache Dagoberto santo. Pura cegueira. É do nível do Kléber (do Cruzeiro), só que ele sabe bater escondido, enquanto que o jogador Celeste não: dá para todos verem.
O jogo foi bem fraco, sem muitas chances de gol. O Tricolor foi bem nos primeiros minutos, porém depois parou. Deu "sorte" de conseguir um gol no começo da segunda etapa, o que deu tranqüilidade. O atacante Roberto teve boa chance para empatar, mas deu azar e bola passou raspando. No fim do jogo, o São Paulo matou o jogo com Hugo, numa gafe monumental de Rogério Assis pela JP: ele anrrou gol de Borges, quando o avante já estava no banco...
O jogo foi muito corrido, mas fraco tecnica e plasticamente. Tanto que Eduardo Martini fez apenas uma defesa, enquanto que Rogério praticamente só assistiu.
O Tricolor encosta no líder Palmeiras e no vice-líder Inter. Porém, para tal precisa de tropeços de seus rivais neste domingo. Caso vençam seus jogos, a distância permanece. O que tem mais chances de tropeçar é o Palmeiras, pois tem um jogo mais difícil. Todavia, nessas horas que se vê até onde vai um time, e eu acho que esse vai para a Libertadores, continuando não acreditando em título.
---
E já que falei em Palmeiras...
O alviverde tem um sério desfalque: Diego Souza. Apesar de sua importância inegável, da última vez que ele não jogou o Palmeiras foi bem. O duelo foi diante do Coxa. O Palmeiras perdeu, verdade. Mas quem disse que eu analiso resultado? O Verdão jogou bem, mas não matou. E tomou um gol num pênalti ridículo aos 46 do segundo tempo.
Parece que Jefferson pode entrar. Aleluia! O rapaz não jogava nem a pau, Muricy preferia o (Meu deus!) Marcão. Um avanço, muricy. Um avanço.
A primeira etapa do "meu" favorito ao título era hoje. Contra o Avaí, um jogo com alguma polêmica. Dois gols anulados, os dois mal anulados. Ora, um para cada lado, deu na mesma. Não, não deu "na mesma", afinal, um gol muda tudo, mas ficou "equilibrado". E mais: a culpa, no caso, foram dos bandeiras, não do Vuadem. O erro de Vuadem foi não ter expulsado Dagoberto, que deu no zageuiro do Avaí. Nenhuma novidade. Há quem ache Dagoberto santo. Pura cegueira. É do nível do Kléber (do Cruzeiro), só que ele sabe bater escondido, enquanto que o jogador Celeste não: dá para todos verem.
O jogo foi bem fraco, sem muitas chances de gol. O Tricolor foi bem nos primeiros minutos, porém depois parou. Deu "sorte" de conseguir um gol no começo da segunda etapa, o que deu tranqüilidade. O atacante Roberto teve boa chance para empatar, mas deu azar e bola passou raspando. No fim do jogo, o São Paulo matou o jogo com Hugo, numa gafe monumental de Rogério Assis pela JP: ele anrrou gol de Borges, quando o avante já estava no banco...
O jogo foi muito corrido, mas fraco tecnica e plasticamente. Tanto que Eduardo Martini fez apenas uma defesa, enquanto que Rogério praticamente só assistiu.
O Tricolor encosta no líder Palmeiras e no vice-líder Inter. Porém, para tal precisa de tropeços de seus rivais neste domingo. Caso vençam seus jogos, a distância permanece. O que tem mais chances de tropeçar é o Palmeiras, pois tem um jogo mais difícil. Todavia, nessas horas que se vê até onde vai um time, e eu acho que esse vai para a Libertadores, continuando não acreditando em título.
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E já que falei em Palmeiras...
O alviverde tem um sério desfalque: Diego Souza. Apesar de sua importância inegável, da última vez que ele não jogou o Palmeiras foi bem. O duelo foi diante do Coxa. O Palmeiras perdeu, verdade. Mas quem disse que eu analiso resultado? O Verdão jogou bem, mas não matou. E tomou um gol num pênalti ridículo aos 46 do segundo tempo.
Parece que Jefferson pode entrar. Aleluia! O rapaz não jogava nem a pau, Muricy preferia o (Meu deus!) Marcão. Um avanço, muricy. Um avanço.
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